- Continua após a publicidade -

Felipe Rigoni articula inclusão de parlamentares, juízes e militares na Reforma Administrativa

Deputado capixaba se reuniu com ministro Paulo Guedes e integrantes de Frente Parlamentar

Por Felipe Rigoni 

O deputado federal Felipe Rigoni se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para dialogar sobre a Reforma Administrativa. Em reunião realizada com integrantes da Frente Parlamentar pela Reforma Administrativa, Rigoni defendeu a inclusão de parlamentares, juízes e militares na proposta, que moderniza as carreiras do funcionalismo público brasileiro.

O deputado federal capixaba é autor de emendas que propõem sete mudanças no texto da Reforma, buscando aperfeiçoar a proposta original e abarcar mais categorias nas novas regras, incluindo parlamentares, juízes e militares. No encontro realizado com a equipe econômica, Rigoni defendeu maior eficiência para o serviço público e o combate aos privilégios.

- Continua após a publicidade -

“Se conseguíssemos extinguir os supersalários, fruto de penduricalhos e verbas indenizatórias que extrapolam o teto constitucional do serviço público, pagando mais de R$ 100 mil a desembargadores, teríamos uma economia anual de R$ 2,6 bilhões, quase 10% dos gastos com Bolsa Família em 2020 (R$ 29,4 bilhões)”, exemplificou Felipe Rigoni.

“O Brasil é o país das desigualdades, mas estamos diante de uma oportunidade histórica de corrigir essas distorções”, completou.

Conheça as mudanças propostas pelo deputado:

1) Pessoas técnicas em cargos técnicos

- Continua após a publicidade -

O texto atual da Reforma Administrativa abre brechas para que as indicações políticas ganhem força no serviço público, permitindo pessoas não capacitadas nos chamados cargos de “liderança e assessoramento”. Pensando nisso, Rigoni apresentou uma emenda para rejeitar as mudanças no texto e preservar áreas técnicas de ingerência política.

2) Trabalho sob medida

O serviço público brasileiro tem cargos e funções muito parecidos em órgãos totalmente diferentes. Pela lógica, havendo ociosidade em um setor e muita demanda em outro, bastaria remanejar os trabalhadores, não é mesmo? Infelizmente não é assim. O excesso de formalidade e a extensa burocracia do serviço público acabam desperdiçando talentos e reduzindo a eficiência do atendimento à população. A emenda do deputado permite que essa mobilidade aconteça.

3) Avaliação de desempenho

- Continua após a publicidade -

Uma Reforma Administrativa bem feita deve garantir a modernização do serviço público no Brasil. Para isso, é fundamental incentivar o servidor a melhorar seu desempenho. Rigoni apresentou uma emenda com esse objetivo. O texto propõe diretrizes para avaliação do trabalho dos profissionais, além de estabelecer prazos para que isso comece a valer.

4) Fim dos supersalários

De um lado, membros do alto escalão do serviço público chegam a receber R$ 100 mil, ultrapassando o teto constitucional do funcionalismo. Do outro, milhões sobrevivem apenas com um salário mínimo. A emenda acaba com essa disparidade e impede o recebimento de vencimentos acima do teto.

5) Mais transparência no serviço público

A transparência é um dos pilares da eficiência na gestão pública. Rigoni propõe que todo o gasto com pessoal esteja disponível ao cidadão de forma consolidada, objetiva e atualizada. Sem códigos, siglas ou barreiras. Tudo simples e acessível.

6) Políticos e militares na reforma

O Brasil não pode ser o país dos privilégios. Desde o início do mandato, o parlamentar tem combatido as distorções das altas esferas de poder. A Reforma Administrativa é fundamental para a modernização do nosso país. Por este motivo, deve valer para todos, incluindo políticos, juízes e militares.

7) Reformulação de carreiras

Em muitas carreiras, especialmente aquelas com os maiores salários do funcionalismo, o topo da remuneração salarial é atingido com poucos anos de serviço. O custo da folha cresce rápido, o esforço para chegar lá, nem tanto. Rigoni apresentou emenda para estipular que o valor inicial da remuneração seja de, no máximo, 40% da remuneração final da carreira. A medida vale apenas para os altos salários do funcionalismo, criando uma carreira com mais etapas, valorizando o esforço de quem faz mais com menos.

Leia Mais

BTG/Nexus: no 2º turno, Lula tem 47% e...
ES Brasil lança livro “50 Destinos Mais Amados...
Floresta capixaba vira eixo de água, biodiversidade e...
Urbanismo concentra recursos das emendas pix no ES
Haddad diz esperar que reforma administrativa comece a...
Genial/Quaest: Lula fica à frente de Flávio no...
Edição 231 – Retrospectiva
Dia D: veja quem precisa deixar cargo para...
Encontro entre Lula e Trump repercute entre parlamentares...
Não adianta reestruturação federal sem participação de Estados...

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Contéudos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -
- Publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 233

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Política e ECONOMIA

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -