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sábado, 15 junho, 2024

Exportações capixabas são menores em julho

Exportações capixabas são menores em julhoMontante exportado pelos portos capixabas somou US$ 891,51 milhões, um recuo de 9,70% na comparação com junho. Importações também diminuíram.

O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) divulgou nesta terça-feira (04) um estudo que mostra que as exportações capixabas totalizaram US$ 891,51 milhões no mês de julho. O dado representa um recuo de 9,70% comparado ao mês anterior, quando foram exportados US$ 987,24 milhões em produtos via empresas capixabas. A tendência de queda nos preços dos produtos nos mercados internacionais, associada à redução do volume exportado, pode explicar esse desempenho.

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O estudo foi realizado com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Analisando o fator de agregação dos produtos, o estudo apontou que a redução do valor ocorreu entre os produtos básicos, que passou de 72,30% do total das exportações em junho para 68,48% em julho. Já o segmento de produtos manufaturados apresentou aumento da participação de 15,79% para 19,20% no mesmo período.

Os dez principais produtos exportados pelo Espírito Santo apresentaram desempenhos heterogêneos no mês de julho. A celulose, por exemplo, teve uma alta de 48,10% nas exportações, enquanto outras commodities, como o minério de ferro aglomerado, tiveram queda de 13,99% nas vendas para o mercado externo. Os tubos flexíveis de ferro e aço, por sua vez, tiveram alta na exportação, que representou 118,35% na comparação com o mês anterior.

Importações
As importações do Estado também registraram queda de 8,43% no valor importado em julho de 2012 em relação ao mês anterior, com um total de US$ 696,53 milhões em julho contra US$ 760,68 milhões em junho.

Na análise das importações subdivididas por categorias de uso, ocorreu aumento de 12,21% nas compras de bens de consumo semiduráveis e de 0,12% nas de bens de capital. A maior redução ocorreu na categoria de bens de consumo não-duráveis (-37,95%). Já em relação à quantidade importada, houve aumento de 14,48% de junho para julho, com destaque para o crescimento na categoria de bens intermediários (+16,33%).

Entre os produtos importados em julho, as dez maiores participações, que somam mais de 60% do total, foram: carvão mineral (14,79%), automóveis, caminhonetas e utilitários (13,57%), máquinas e equipamentos de uso na extração mineral e na construção (6,79%), aeronaves (6,05%), equipamentos de comunicação (4,43%), caminhões e ônibus (3,73%), produtos de borracha (3,40%), metais não-ferrosos (3,01%), resinas e elastômeros (2,55%) e máquinas e equipamentos de uso geral (2,48%).

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