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quarta-feira, 17 agosto, 2022

Desemprego no ES tem taxa mais alta desde 2012

O índice de desemprego no Estado, em relação ao 3º trimestre deste ano, é de 12,7%, maior que a média do Brasil, de 11,8%.

No terceiro trimestre de 2016, o desemprego no Espírito Santo atingiu o índice de 12,7%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta terça-feira (22) pelo IBGE. Um número que representa a taxa mais alta desde 2012.

O resultado deste período no estado apresentou um aumento de 1,2% no número de desempregados em relação ao segundo semestre de 2016 (11,5%). Em comparação ao ano de 2015, o número de desocupados aumentou 4,6%.

O resultado da taxa de desocupação também é maior do que a média do Brasil no período, de 11,8%. Na região Sudeste, a taxa média de desocupação é de 12,3%, e o Espírito Santo fica atrás somente de São Paulo (12,8%). Na Grande Vitória, a taxa aumentou de 10,7% em 2015, para 16% em 2016. E na capital capixaba, a taxa de desocupação passou de 8,8% para 11,8% em comparação ao mesmo período de 2015.

A pesquisa aponta ainda que a população desocupada no estado cresceu 57% em relação ao mesmo período do ano anterior e chegou a 254 mil pessoas. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, não houve variação significativa. Já o nível de ocupação ocupação, que traça um paralelo entre a parcela da população empregada em relação à população em idade de trabalhar, caiu 3,1% neste trimestre quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Segundo o IBGE, a estimativa é de 1.741.000 pessoas estejam empregadas, o que representa 80 mil a menos que em 2015. O rendimento médio real foi estimado em R$ 1.924, mantendo-se equiparado tanto ao trimestre anterior, quanto o terceiro trimestre de 2015.

Outra dado da Pnad Contínua é que o Estado possui 655 mil trabalhadores no setor privado com carteira de trabalho assinada, o que representa uma variação negativa de 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que significa menos 45 mil pessoas.

Já os sem carteira de trabalho assinada, foram estimados em 196 mil pessoas, que implica em aumento de 23 mil pessoas quando comparados ao ano anterior, ou seja, variação de 15,1%. Mas não houve variação significativa em relação ao trimestre anterior.

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