O Pavilhão de Carapina continuará funcionando durante construção do novo Centro de Eventos, que visa a impulsionar o turismo no estado
Por Amanda Amaral
A transformação do atual Pavilhão de Carapina, em Carapina na Serra, em Centro de Eventos deve ser concluída em três anos e meio. O Departamento de Edificações e Rodovias (DER-ES) publicou esta semana o Aviso de Licitação para contratar a empresa responsável pelas obras, que terá 1.275 dias para fazer o projeto e a execução completa de toda a construção do novo espaço.
O edital havia sido divulgado em abril pelo Governo do Estado em cerimônia no Palácio Anchieta, Vitória. Mas o DER explicou que o documento foi republicado este mês devido à alteração dos critérios de julgamento. No mais, permanece tudo da mesma forma, segundo a nota do Departamento. Segundo o Aviso de Licitação, a concorrência será eletrônica e a abertura da sessão do edital está prevista para 22 de setembro.
A obra tem investimento estimado em R$ 228,6 milhões, segundo o edital. Com área construída de aproximadamente 29 mil metros quadrados, o espaço comportará mais de 35 mil pessoas, sendo 23 mil metros quadrados destinados ao pavilhão principal. Há espaço para a construção de hotéis no futuro, segundo anunciado pelo DER no evento de abril no Palácio Anchieta.
O objetivo do Estado é impulsionar o turismo de negócios e de eventos no Espírito Santo. Serão três pavilhões, o dobro do tamanho do pavilhão atual. Durante as obras de construção do Centro de Eventos, o atual Pavilhão de Carapina continuará funcionando. Após a conclusão das intervenções, o Estado analisa realizar a concessão do equipamento por meio de Parceria Público Privado (PPP).
Confira os detalhes do novo centro de eventos:
Área total construída de 28.954,96 m²;
– Pavilhão principal com 23.396,15 m²;
– Capacidade total para mais de 35 mil pessoas;
– Auditório e centro de convenções com espaço para até 1.600 pessoas;
– Área externa de exposição de 2.735,41 m²;
– Estacionamento com 1.829 vagas para carros, ônibus, motos e passeio;
– Bicicletário;
– Áreas exclusivas para embarque e desembarque;
– Espaço reservado para futura expansão do complexo.
Fonte: Departamento de Edificações e Rodovias do Espírito Santo (DER-ES).


