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Ataques virtuais ameaçam privacidade de pessoas e indústrias pelo mundo

Não é de hoje que a internet e a tecnologia fazem parte da vida das pessoas e são essenciais para empresas e indústrias nos mais variados segmentos

Seja através de transações bancárias, comunicação, educação ou processos industriais. Desde o ano passado, inclusive, auxiliam no combate à pandemia do novo coronavírus, trazendo informações e, inclusive, popularizando a telemedicina. Não faltam exemplos dos benefícios trazidos por estes recursos.

Neste contexto, imagens, arquivos, senhas, documentos e todo tipo de dados armazenados em nuvem, e mesmo remotamente, correm riscos imprevisíveis de ataques. Para se ter uma ideia, uma matéria de março, publicada pelo portal iG Tecnologia, informa que, só no começo deste ano, pelo menos 10 ciberataques foram registrados no Brasil e cerca de 220 milhões de pessoas podem ter sido expostas.

Se os prejuízos para uma pessoa que tem seus dados expostos podem ser devastadores, para indústrias os riscos não são menores. Uma notícia do jornal El País, do dia 03 de julho, informou que pelo menos 200 empresas norte-americanas tiveram suas redes paralisadas por piratas informáticos . Os ataques teriam custado de US$ 50 mil a US$ 2 milhões conforme o tamanho da empresa atacada.

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Cibersegurança e a Indústria 4 0

Na indústria 4.0, a tecnologia trouxe a digitalização de processos e dados, o Machine Learning, a IoT (internet das coisas), armazenamento de dados em nuvem, entre outras vantagens que agregam valor de diversas formas. Em contrapartida, os sistemas de controle e automação das fábricas, assim como informações sigilosas sobre patentes, plantas, dados de funcionários e clientes, projetos em teste, enfim, inúmeras informações podem ser sequestradas ou roubadas, causando enormes prejuízos

Com o objetivo de prevenir ataques e aumentar a cibersegurança de indústrias, algumas empresas buscam apresentar alternativas e até celebrar parcerias visando à maior qualidade das soluções. Foi o caso do Metris UX, produto cujo foco é trazer automatização e digitalização para a indústria, que combinado com as tecnologias digitais da ANDRITZ e com o potencial da OTORIO, empresa especialista em cibersegurança, baseada em Israel e parte do GRUPO ANDRITZ.

Criaram uma ferramenta de monitoramento e gerenciamento de risco contínuo, habilitada pela potência da máquina de Orquestração, Automação e Resposta de Segurança (SOAR), para potencializar a produção eficaz e contínua do cliente, juntamente com a segurança de dados comerciais proprietários.

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Com informações de Agência Estado 

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