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Instituto de Ciência e Tecnologia da Ufes começa a funcionar em julho

O 1º INCT da Ufes deve receber R$ 13,8 milhões e vai focar em pesquisas sobre fibras ópticas, sensores, fotônica integrada e tecnologias quânticas

A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) terá o seu primeiro Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INC), que vai desenvolver e estimular pesquisas na área de fotônica – área de estudo relativa à luz e sua onda-partícula, o fóton. 

A previsão é que Instituto Nacional de Tecnologias Fotônicas para a Transformação Digital da Ufes (IN-Foton) comece a funcionar em julho, incialmente, no CT-VI, no campus universitário de Goiabeiras.

Serão disponibilizados R$ 13,8 para o IN-foton por meio do programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) e serão destinados para bolsas de estudos para estudantes e profissionais da área e adequação de espaços físicos, além de serviços e compra de equipamentos.

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A fotônica teve rápido crescimento, o que tem estimulado sua aplicação em indústrias de construção civil, aeroespacial, biomédicas e outras. A Ufes pesquisa na área desde 1996 no Laboratório de Telecomunicações (LabTel) e também em outros departamentos da Universidade.

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As pesquisas envolvem comunicações por fibras ópticas, dispositivos fotônicos, incluindo sensores, fotônica integrada e tecnologias quânticas. Marcelo Segatto, coordenador do Laboratório de Telecomunicações (LabTel), o IN-Foton contará com parcerias importantes no Espírito Santo, no Brasil e no exterior e que trabalhará para o desenvolvimento da indústria da fotônica no país. 

A proposta da Ufes foi aprovada com nota máxima na chamada pública do programa INCT. No momento, o jurídico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) avalia os recursos apresentados por outras candidaturas. O resultado final está previsto para ser divulgado em 30 de junho, e em seguida deve ser liberado o recurso após trâmites legais.

O IN-Foton também é formado por parceiros como Instituto Senai de Tecnologia, a Universidade de Campinas e várias instituições no exterior. O grupo já está mobilizado, participando ativamente de reuniões de gestão, comunicação e divulgação, segundo informou a Ufes.

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