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quarta-feira, 17 abril, 2024

Academias se reinventam na pandemia

As academias foram duramente impactadas com as medidas restritivas de funcionamento impostas pela pandemia do coronavírus.

Por Samantha Dias 

Por um bom período, ficaram fechadas no Estado e, quando tiveram autorização para funcionarem em horários e com número reduzido de alunos, esbarraram na queda do número de matrículas, uma vez que, entre outros motivos, muitos alunos têm medo da exposição à doença.

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Diante de tal cenário, alguns donos de academias se reinventaram e buscaram novos modelos de atendimento, com diferencial que agregasse valor. Foi o caso da empresária e personal trainer Isabela Benjamin, 44 anos, e seu esposo Roberto Franklim, 57 anos, donos de uma academia em Vitória que ficou fechada mais de três meses no ano passado. Isabela conta que a academia empregava sete funcionários, que foram desligados.

Diante da redução do número de matriculados e da permissão para trabalho com limite máximo de alunos por vez, Isabela desenvolveu um projeto para oferecer aulas online. Além disso, o casal enxergou uma oportunidade de transformar a academia em studio, com atendimento diferenciado e limitado. Ela e o marido se preparam para inaugurar o negócio nas próximas semanas. “Vamos oferecer atendimento personalizado para pequenos grupos, em um espaço diferenciado”.

Apesar das dificuldades enfrentadas desde o ano passado, ela está otimista com a transformação do seu negócio e a inauguração do novo espaço. “Atividade física é muito importante para a saúde e estamos com expectativa muito boa. O número de alunos está menor, seremos eu e meu marido trabalhando, mas vamos desenvolver um trabalho diferenciado”, disse.

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