Terceira Ponte ganha cor roxa na luta contra exploração sexual infantil

Foto: Divulgação/ Setran

Para lembrar a data, ações estão sendo realizadas em várias escolas do município de Vitória

No dia 18 de maio é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e para lembrar a data, a Prefeitura de Vitória deixou a base da Terceira Ponte com a cor roxa. A cor simboliza a dor sofrida por crianças e adolescentes violentados e de adultos que foram vítimas desse tipo de violência na infância.

Desta forma, algumas ações estão sendo realizadas para marcar a data. Nesta quinta-feira (18), das 8 às 17 horas, será realizado o 5º Seminário de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, promovido pelo Fórum Araceli, no auditório da Prefeitura de Vitória. O objetivo é a sensibilização dos profissionais para a temática.

Com o refrão da música “Quem ama abraça” de Giovanna Chaves, os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Octacílio Lomba fizeram uma ação de conscientização sobre a data, na segunda-feira (15), em frente ao Horto de Maruípe.

A Unidade de Saúde de Bairro da Penha, em conjunto com o Cras de Itararé e o Creas de Bento Ferreira, promoveu, nessa terça-feira (16), uma ação intersetorial de conscientização para os alunos.

A ação envolveu os estudantes das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs) Rita de Cássia Oliveira, em Resistência, e Zilda Andrade, no Bairro da Penha, e teve como objetivo esclarecer e orientar os estudantes e os profissionais da Educação sobre os encaminhamentos nos casos de violação de direitos da criança e do adolescente, especificamente no caso de violência sexual.

Além disso, em Resistência, os alunos do turno matutino assistiram ao vídeo “O Segredo” (desenho animado), como um alerta para conversar sobre abuso e exploração sexual. O vídeo também foi exibido aos pais nesta quinta (18), na própria escola.

Como denunciar

A sociedade pode ajudar a combater a violência e a exploração sexual contra crianças e adolescentes denunciando esses crimes à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), aos Conselhos Tutelares e ao Disque 100.

As vítimas e suas famílias também podem buscar ajuda nos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), que disponibiliza o serviço de Proteção e Atenção Especializado às Famílias e Indivíduos (Paefi).

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