Com áreas de até 32 mil m², Prefeitura aliena imóveis para impulsionar o desenvolvimento econômico e atrair novas empresas
Por Amanda Amaral
Neste mês, serão leiloados 10 terrenos públicos, em Vila Velha, com potencial de valorização e localizados em áreas consideradas estratégicas pelo município. A alienação dos terrenos por parte da Prefeitura abre espaço para novos empreendimentos que desejem se instalar na cidade.
Com áreas de 1.003 metros quadrados a 32.615 metros quadrados, os terrenos estão localizados no Polo Empresarial de Vila Velha, e em bairros como Jardim do Vale, Jardim Colorado, Parque das Esmeraldas, Vale Encantado e Novo México.
O terreno mais caro fica Rua Professor José Tovar Pimenta, em Vale Encantado, em uma área e 15.326,40 metros quadrados e com valor no leilão de R$ 10.527.826,09. O certame será on-line, às 10 horas no dia 16 de abril, e a condução ficará a cargo do Leiloeiro Oficial Ayrton de Souza Porto Filho (www.emleilao.com.br). Podem participar, pessoas físicas e jurídicas.
O objetivo da Prefeitura é gerar desenvolvimento econômico por meio da atração de novas empresas e indústrias, com isso, ampliar a receita e gerar empregos para o município, segundo o secretário de Administração de Vila Velha, Rodrigo Magnago de Hollanda Cavalcante.
“Trata-se de imóveis sem utilização pública efetiva, localizados em regiões no município próximos a importantes vias urbanas e com forte potencial de valorização. Manter esses bens ociosos não atende ao interesse público. Por isso, a decisão foi pela sua destinação responsável, por meio de leilão transparente”, disse.
O aporte financeiro oriundo da alienação e licitação dessas áreas permitirá a ampliação de investimentos já em curso na saúde, educação, segurança, infraestrutura, mobilidade, assistência social, e outros setores, segundo a Prefeitura de Vila Velha.
Atividade econômica

“A alienação desses terrenos abre espaço para novos empreendimentos privados que irão dinamizar essas áreas, gerar empregos, ampliar a atividade econômica e fortalecer a arrecadação municipal. Evidentemente, qualquer investimento deverá respeitar rigorosamente as normas urbanísticas e ambientais vigentes”, afirmou o secretário.
Magnago destacou também que a iniciativa visou a garantir conformidade com a legislação e com o planejamento da cidade, e que a inclusão dessas áreas no leilão não foi uma decisão pontual, mas resultado de análise técnica realizada em conjunto com as secretarias de Meio Ambiente, de Desenvolvimento Urbano e Procuradoria.

