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domingo, 27 setembro, 2020

Volta às aulas em tempos de covid-19

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Quanto mais informações e orientações sobre determinada situação, maior é a nossa sensação de controle sobre ela

Por Brunella Aloquio

Frente à possibilidade de retorno das aulas nas instituições públicas e privadas de ensino do estado, pais e responsáveis deparam-se com um dilema: se por um lado o ambiente escolar tem feito falta, seja do ponto de vista do aprendizado, da interação social por parte das crianças e adolescentes e do suporte para os responsáveis retomarem suas rotinas (especialmente de trabalho), por outro lado há a insegurança diante de um cenário ainda instável do ponto de vista do controle da transmissão da Covid-19, o que poderia expor não só os alunos a maiores riscos de contágio como também todos os que residem com eles, inclusive pessoas que fazem parte do grupo de risco.

Diante de situações desconhecidas ou pouco familiares como esta, é comum que nos deparemos com a ansiedade, pois ela nada mais é do que nosso corpo e nossa mente se preparando para vencer possíveis ameaças, seja enfrentando ou fugindo delas. Portanto, é natural que tais preocupações venham acompanhadas de medo, palpitação, alterações no sono e no apetite, dentre outros sintomas.

Tal preocupação é esperada nesse contexto que estamos vivendo, sendo, inclusive, saudável até certo ponto, pois indica a presença de afeto, vínculo e responsabilização frente à garantia da integridade física e da saúde não só de crianças e adolescentes mas de todos aqueles que convivem na mesma casa. Todo medo tem sua serventia, mas que ele sirva de conselheiro, não de carrasco. Ou seja: nossas preocupações e inseguranças nos alertam para uma tomada de decisão mais assertiva, consciente e consequentemente mais segura, avaliando tudo o que está ao redor.

Nesse sentido, é importante que essas preocupações sejam ouvidas e amplamente discutidas, pois são legítimas. Algumas formas de superar isso e tomar as melhores decisões são: buscar informações confiáveis; debater o assunto com demais pessoas envolvidas – corpo docente, outros pais e responsáveis, autoridades sanitárias; conhecer o plano estratégico de prevenção e controle da escola dos filhos e dialogar com crianças e adolescentes, ouvindo o que eles têm a dizer, pois eles também estão sendo bombardeados com notícias e, assim como nós, têm receios, preocupações e mais do que nunca também precisam de apoio e orientação.

Quanto mais informações e orientações sobre determinada situação, maior é a nossa sensação de controle sobre ela, o que ajuda a reduzir bastante a ansiedade e todas as demais possíveis consequências. Quando identificamos quais medidas de prevenção e proteção estão ao nosso alcance, é possível agir da melhor maneira, entendendo que nem tudo está sob nosso controle mas tudo aquilo que está, será feito da melhor forma possível. Isso tira um grande peso dos ombros.

Vale ressaltar que no caso de mudanças muito bruscas de comportamento e de hábitos, com presença dos sintomas como os anteriormente citados de forma persistente, intensa e prejudicial à rotina, é fundamental buscar ajuda profissional.

Brunella Aloquio é Psicóloga (CRP 16/2222)

ES Brasil Digital

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