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segunda-feira, 8 agosto, 2022

Morre primeira pessoa infectada pela variante Ômicron no Reino Unido

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Boris Jhonson. Foto: Reprodução/ Agência Brasil

Informação foi dada hoje pelo primeiro-ministro Boris Johnson

Por Hannah McKay e Guy Faulconbridge (Agência Brasil)

Ao menos um paciente morreu no Reino Unido depois de contrair a variante Ômicron do coronavírus, disse o primeiro-ministro Boris Johnson nesta segunda-feira (13).

“Infelizmente, foi confirmado agora que ao menos um paciente morreu com Ômicron”, informou Johnson aos repórteres.

No sábado, a Grã-Bretanha relatou 633 novos casos confirmados de ômicron; no domingo, 1.239; e na segunda-feira, mais 1.576, para um total de 4.713 casos confirmados da variante no país.

“Então, acho que a ideia de que esta é, de alguma maneira, uma versão mais branda do vírus é algo que precisamos deixar de lado e, simplesmente, reconhecer o ritmo intenso com que ela se dissemina entre a população.”

OMICRON
Foto: reprodução

Johnson impôs restrições mais duras desde que os primeiros casos da Ômicron foram detectados no país em 27 de novembro e, nesse domingo (12), pediu às pessoas que recebam vacinas de reforço para evitar sobrecarregar o sistema de saúde.

O secretário britânico da Saúde, Sajid Javid, disse que a Ômicron está se disseminando em um “ritmo fenomenal” e que, no momento, representa cerca de 40% das infecções em Londres.

Os primeiros relatórios da África do Sul sugerem que o omicron pode ser mais suave, em média, do que a variante delta com a qual está competindo. Mas mesmo uma pequena parte dos casos graves entre um grande número de infecções pode colocar os hospitais britânicos sob pressão.

O secretário de Saúde, Sajid Javid, disse na segunda-feira que as hospitalizações e mortes “aumentarão dramaticamente” nas próximas semanas.

Falando aos legisladores na Câmara dos Comuns na tarde de segunda-feira, ele disse que o ômicron se tornará a variante dominante em Londres nas próximas 48 horas. Já representou 20 por cento de todos os novos casos na Inglaterra, com casos dobrando a cada dois ou três dias.

Com informações The Washington Post e Agência Brasil

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