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quinta-feira, 1 outubro, 2020

NATACHE
BARROS

Perdemos muito com esta eleição

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Talvez, eu esteja errada… insistindo no amor, na reflexão, na empatia, no olhar mais humano para o outro, em não acreditar em extremos. Não me acho detentora da verdade absoluta. E quem é?

Mas eu ainda aposto todas as minhas fichas no equilíbrio. A gente precisa parar para pensar sobre bom senso. Na verdade, procurar o bom senso. Onde e quando o perdemos?

Talvez, eu esteja errada… Mas, pra mim, NÃO há eleição ou divergência política que justifique tanto ódio. NÃO há candidato que mereça nossa “panfletagem” cega e desmedida. Não há candidato ou viés político que justifique que uma nação inteira se digladie por ele (eles).

Tempo de guerra (sim, estamos vivendo um tempo de guerra) é um tempo sem sol, já cantava Bethânia. Estamos no escuro. As luzes da razão foram apagadas.

Talvez, eu esteja errada… Mas nossas verdades me parecem, hoje, cristalizadas. Só sabemos atacar. Ouvir? Não temos tempo nem interesse.

O que eu queria saber mesmo é em que momento da nossa existência foi possível decretar uma verdade única? Quando não há debate democrático e racional, a morte da civilidade é questão de tempo. E, pelo que vejo, ela já respira por aparelhos.

Talvez, eu esteja errada… Mas ainda acho que não há ideologia/crença/posição política que justifique o ódio, a falta de educação, a intolerância, os termos chulos, as piadas de mau gosto, o desrespeito, os comentários levianos, a disseminação tola e irresponsável de fake news, a cegueira raivosa, as palavras que ferem.

Pacificação

Não há (e essa é uma convicção minha) outro caminho para enfrentar os problemas de um país que não seja o da pacificação, o do equilíbrio. É tempo de olhar para si mesmo. O macro não muda se o micro (que somos nós em nossas bolhas) também está corrompido.

Independentemente de quem venceu esta eleição, acho que acabamos perdemos muito com o processo eleitoral. O rancor fez seu estrago. Somos, hoje, um país derrotado. Vencido pelo ódio, pela irracionalidade, pela alienação, pelas ideias rasas, pela incapacidade de ouvir o outro.

União

Talvez, eu esteja errada… Mas ainda prefiro (e quero) acreditar no amor. A eleição passou e estamos todos dentro da mesma caixa, isso não muda. E eu acho que será melhor se conseguirmos nos entender, aparar arestas, reencontrar com o bom-senso e exercitar a empatia, porque, embora haja quem acredite que não, mas precisaremos sempre um do outro.


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