Esta foi a sétima operação da série de cirurgias por conta da facada de 2018
Nesta segunda-feira, 14, em entrevista sobre o estado de saúde do ex-presidente, os médicos informaram que não há previsão de saída da UTI neste momento.
Michelle também postou uma foto da equipe médica que operou Bolsonaro, e uma mensagem de agradecimento. “Nossos anjos aqui na Terra! Por 12 horas, Deus usou as mãos dessa equipe maravilhosa para cuidar do meu amor. Minha eterna gratidão a essa equipe médica extraordinária que, com precisão, competência e humanidade, conduziu as 12 horas de cirurgia do nosso capitão. O cuidado de vocês fez toda diferença. Obrigada!”, escreveu a ex-primeira-dama.
A cirurgia de laparotomia exploradora a qual Bolsonaro foi submetida começou às 10h e se entendeu até a noite deste domingo, totalizando 12 horas. Segundo os médicos, a obstrução que fez Bolsonaro passar mal no Rio Grande do Norte e procurar atendimento médico se deu a uma “a dobra do intestino delgado que dificultava o trânsito intestinal e foi desfeita durante o procedimento de liberação das aderências”.
Aderências intestinais são faixas de tecidos fibroso que podem se acumular entre as alças do intestino, ou mesmo entre o órgão e outras estruturas do abdômen, e agir quase como uma cola, ligando indevidamente os órgãos ou tecidos. Esse problema surge, geralmente, durante a cicatrização de uma cirurgia, ou após infecções ou outros ferimentos ou traumas.
Esta foi a sétima operação da série de cirurgias as quais Bolsonaro foi submetido em consequência de complicações após a facada que sofreu em 2018, em atentado durante a campanha presidencial. (Agência Estado)

