- Continua após a publicidade -

Israel afirma ter matado comandante do grupo Hamas

O exército israelense diz em comunicado que um dos comandantes do Hamas estava escondido no hospital Al Shifa

O Exército de Israel iniciou uma operação nesta segunda-feira,18, no maior hospital da Faixa de Gaza e em suas imediações, afirmando que os terroristas do Hamas estão escondidos lá. Testemunhas relataram ataques aéreos e a presença de tanques perto o hospital Al Shifa, na cidade de Gaza, onde milhares de civis estão refugiados.

“A operação é baseada em informações sobre o uso do hospital por terroristas de alto escalão do Hamas”, afirmou o Exército, que pediu à população civil que abandone “imediatamente” a área do hospital.

Os combates começaram durante a madrugada nas imediações do hospital. Alguns moradores afirmaram que “mais de 45 tanques e veículos blindados de transporte de tropas israelenses” entraram em Al Rimal, bairro onde fica o hospital.

- Continua após a publicidade -

“Os soldados identificaram terroristas atirando contra eles a partir de vários edifícios do hospital. Os soldados responderam aos terroristas e atingiram vários deles”, afirmou o Exército. Os militares disseram que mataram um comandante do Hamas que estava armado e escondido dentro do centro médico, e que um dos seus próprios soldados foi morto na operação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que está “terrivelmente preocupada” com os combates perto de Al Shifa, que funciona com capacidade mínima e com uma equipe reduzida. A ONU afirma que menos de um terço dos hospitais do território, cercado e à beira da fome, estão em funcionamento, mas apenas de maneira parcial.

O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo grupo terrorista Hamas, disse que cerca de 30 mil pessoas estão abrigadas no hospital, incluindo pacientes, pessoal médico e pessoas que fugiram de suas casas em busca de segurança. A guerra deslocou cerca de 80% da população de Gaza.

O exército invadiu o Hospital Shifa pela última vez em novembro, depois de afirmar que o grupo terrorista Hamas mantinha um elaborado centro de comando nas instalações. Os militares revelaram um túnel que leva a algumas salas subterrâneas, bem como armas que disseram ter sido encontradas dentro do hospital. Mas as provas ficaram aquém das afirmações anteriores e os críticos acusaram o exército de colocar imprudentemente em perigo a vida de civis.

- Continua após a publicidade -

Em paralelo, em Rafah, cidade do extremo sul, os quase de 1,5 milhão de palestinos aglomerados, segundo a ONU, estão sob a ameaça de uma ofensiva terrestre. “Nenhuma pressão internacional impedirá que alcancemos todos os objetivos da nossa guerra”, reiterou no domingo, 18, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, antes de dizer que não iniciará a operação “deixando a população presa”. Com informações de Agência Estado

Leia Mais

Ferraço abre diálogo coletivo para escolha de vice
Acordo com o Irã será significativo ou não...
Hamas culpa EUA por ataque em Doha
Quarta-feira (30) com nuvens e chuvisco no ES;...
Israel anuncia restabelecimento do cessar-fogo após ataques a...
Bolsonaro apresenta evolução clínica favorável, diz hospital
EUA abre chance para avanços diplomáticos com Irã
“Faça amor, não faça guerra”
EUA fazem 10 ataques contra Estado Islâmico; veja
Diploma Geovani: veja honraria criada após morte do...

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Contéudos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -
- Publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 233

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Política e ECONOMIA

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -