Ex-ministro da Economia do governo Bolsonaro fez palestra no Congresso Nacional de Executivos de Finanças, que reúne líderes dos setores de economia, finanças e gestão, em Vitória
Por Redação
Ex-ministro da Economia, Paulo Guedes ministrou a primeira palestra no Congresso Nacional de Executivos de Finanças (Conef) que acontece nesta sexta-feira (23), em Vitória. O também chanceler da UVV falou sobre economia mundial, os conflitos e suas consequências em todo o mundo e os debates políticos.
Intitulada de “Desenvolvimento do mercado financeiro e suas potencialidades regionais no Brasil”, Guedes iniciou a palestra fazendo uma explanação sobre o cenário econômico mundial.
“A percepção geral é de que o mundo vai ter uma terceira guerra mundial diante de tantos fatos que estamos vivendo hoje. O Brasil pode navegar através dessa crise ou ficar ‘perdido’. Não estou falando como ex-ministro ou eleitor, mas como analista. A direita está crescendo no mundo inteiro, está havendo um fenômeno dos governos de direitas estarem tendo destaque. Essa confusão política está havendo na França, Estados Unidos e Itália, não é só no Brasil. Tudo isso estou dizendo como pano de fundo para chegar ao fechamento do meu pensamento. O mundo está ficando cada vez mais liberal em direção ao progresso. E há uma onda de direita varrendo o mundo.”
Anfitrião do evento, o presidente do Ibef-ES, Pedro Chieppe, destacou a importância das instituições juntarem forças para promover e ampliar o bom debate. Chieppe abriu o evento lembrando que o papel do Ibef é promover sempre o debate para o desenvolvimento econômico e social dos estados e do país, gerando conteúdo relevante e relacionamento qualificado para o ecossistema de economia, finanças e gestão empresarial.
“É isso que estamos fazendo hoje ao realizar de forma histórica o Conef no Espírito Santo. É através deste debate qualificado que damos a nossa contribuição para a construção de um ambiente de negócios saudável e ajudamos de forma efetiva na construção do desenvolvimento social e econômico do nosso Estado. Aliás, ressalto aqui que esse deve ser o papel responsável das instituições: juntar forças, promover e ampliar o bom debate e também se posicionar, quando necessário, para ajudar o poder público a dar passos à frente, contribuindo na construção de um ambiente social e econômico promissor.”

