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sexta-feira, 28 fevereiro, 2020

Gravação da JBS traz Temer autorizando silêncio de Cunha

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Nessa quarta-feira (17), o jornal O Globo apresentou uma prova, em áudio, de que o presidente da República, Michel Temer tentou impossibilitar a Operação Lava Jato

Os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da companhia JBS, tentam fechar um acordo de delação. No áudio, Michel Temer (PMDB) dá o aval para comprar o silencio do deputado cassado Eduardo Cunha, preso em outubro do ano passado.

A conversa entre o presidente e Joesley Batista teria acontecido em março deste ano, e ainda de acordo com o jornal, o empresário estaria portando um gravador escondido.

Joesley destacou que estava dando uma mesada a Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro, para que ambos não falassem nada que prejudicasse o Governo. Temer teria dito:

“Tem que manter isso, viu?”. De acordo com o empresário, não foi o presidente que determinou o pagamento, mas ele tinha conhecimento sobre ela.

O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou um pedido de impeachment de Temer com base nas informações divulgadas por O Globo.  Em nota, o presidente Michel Temer negou a acusação do empresário da JBS. “O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar”, diz trecho da nota.

A delação também comprometeria o senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato à presidência derrotado por Dilma em 2014. O tucano pediu, segundo O Globo, dois milhões de reais a Joesley. O dinheiro teria sido entregue a um primo de Aécio — e essa cena teria sido inclusive gravada pela Polícia Federal. O dinheiro, segundo as notícias sobre a delação, foi depositado na conta de uma empresa do senador Zezé Perrella (PSDB-MG) O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega é outro que aparece na delação, como contato do empresário no PT.

Por meio de nota, o presidente Michel Temer informou que jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar.

A nota ainda diz que o encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República.

O presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados.

Pronunciamento

Tentando desmembrar a imagem negativa gerada por conta dos escândalos, Temer cancelou todas as agendas nesta quinta-feira (18) e fará um pronunciamento público acerca das acusações que o envolvem. O presidente tinha 18 audiências presidenciais e está reunido no núcleo político do Palácio do Planalto, a fim de discutir estratégias de reação.

A avaliação do planalto é que o presidente precisava se inteirar sobre a repercussão do caso para que se pronunciasse de forma coerente. O pronunciamento do peemedebista será realizado em rede nacional nesta quinta-feira (18), às 16h.

Além disso, a orientação de assessores e auxiliares do governo é de que saiam em defesa de Temer e evitem falar sobre os envolvidos na operação, no caso os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e José Perrella (PSDB-MG).

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