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Bombardeios israelenses matam ao menos 82 pessoas em Gaza

Em Abu Dabi, no encerramento da viagem, Trump declarou que busca resolver diversas crises globais, incluindo a de Gaza

Ao menos 82 pessoas morreram em bombardeios israelenses nesta sexta-feira, 16, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, concluía sua visita à região. Os ataques começaram durante a madrugada e se estenderam pela manhã em diversas áreas de Gaza, incluindo os arredores de Deir al-Balah e a cidade de Khan Younis.

Segundo o hospital indonésio, onde a maioria dos corpos foi levada, ao menos 66 pessoas morreram. Outras 16 vítimas foram encaminhadas ao hospital Nasser, de acordo com autoridades de saúde. Os ataques ocorreram enquanto Trump finalizava sua viagem por países do Golfo, sem visitar Israel.

Havia expectativa de que a visita pudesse viabilizar um cessar-fogo ou a retomada da ajuda humanitária à Gaza, atualmente sob bloqueio israelense há três meses. Em Abu Dabi, no encerramento da viagem, Trump declarou que busca resolver diversas crises globais, incluindo a de Gaza.

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Estamos olhando para Gaza, disse. Temos que resolver isso. Muita gente está passando fome. Muitas coisas ruins estão acontecendo. Israel afirmou ter realizado 150 ataques em 24 horas, atingindo alvos como posições de mísseis antitanque e instalações militares. No norte de Gaza, afirmou ter eliminado militantes em um posto de observação.

O premiê Benjamin Netanyahu prometeu intensificar a ofensiva para destruir o Hamas.

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Em declaração divulgada na terça-feira, disse que as forças israelenses estavam a dias de entrar com grande força em Gaza. Um funcionário israelense afirmou que os bombardeios desta sexta-feira são preparatórios para uma operação maior, caso não haja acordo sobre os reféns. Israel segue negociando em Doha, no Catar, enquanto mantém os ataques.

Um porta-voz do governo disse que a pressão sobre o Hamas continuará enquanto as negociações prosseguem. As famílias dos reféns criticaram o governo e pediram a Netanyahu que se alinhe aos esforços de Trump.

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Perder essa oportunidade histórica de trazer os reféns de volta seria um fracasso retumbante que será lembrado para sempre com infâmia, disseram em nota. Fonte: (Com informações da Agência Estadão, Por Associated Press.)

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