O Festival Movimento Cidade está confirmado para 2026 e acontecerá de 14, 15 e 16 agosto no Parque da Prainha, em Vila Velha. A entrada será gratuita
Por Thamiris Guidoni
Após conquistar o público capixaba na última edição, o Festival Movimento Cidade já tem data marcada para 2026. O evento acontecerá nos dias 14, 15 e 16 de agosto, no Parque da Prainha, em Vila Velha, reunindo mostras audiovisuais, intervenções urbanas, batalhas de rima, performances e shows musicais. Em 2025, o festival atraiu mais de 100 mil pessoas ao longo de três dias de intensa programação cultural.
Desde a primeira edição, em 2018, a entrada do festival é gratuita. A última edição contou com artistas de renome nacional, como Pabllo Vittar, BaianaSystem, Duquesa e Os Garotin, além do +MC, dia extra de shows com ingressos pagos, que trouxe apresentações de destaque como Marina Sena e Caetano Veloso.
O público também pôde acompanhar exposições audiovisuais, intervenções artísticas, batalhas de dança e graffiti, rodas de congo e folias de reis, reforçando a diversidade cultural do Espírito Santo.
Artistas indicados ao Grammy, como Djonga, Emicida e Liniker, também já marcaram presença nas edições anteriores do festival, realizadas no Centro Cultural Carmélia, em Vitória, contribuindo para consolidar o MC como um ponto de encontro de grandes nomes da música e das artes.
“O Festival se reafirma como um dos maiores momentos multiculturais do Sudeste. Nestes dias, mostramos a história e a identidade do nosso estado com muito orgulho, além de fortalecer a cena cultural do país. É um prazer enorme reunir tanta diversidade artística e cultural em um só lugar, celebrando a criatividade capixaba e nacional”, diz Luísa Costa, Sócia-Diretora do MC.
O Festival Movimento Cidade começou em 2018 como uma mostra de cinema voltada à mobilidade urbana e sustentabilidade, mas rapidamente se expandiu, tornando-se hoje um dos principais festivais de artes integradas do país.
Reconhecido pela Rolling Stone e pela Folha de S.Paulo, o MC é considerado um dos eventos que colocou o Espírito Santo no calendário nacional de festivais e marcos culturais, celebrando a produção artística capixaba e fortalecendo a cena cultural do Sudeste.

