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quarta-feira, 20 outubro, 2021

Espírito Santo recebe Nota A pelo 10º ano consecutivo

Secretaria do Tesouro Nacional considera que o ES tem boa capacidade de pagamento de empréstimos, e Espírito Santo recebe Nota A pelo 10º ano consecutivo

por Samantha Dias

O Espírito Santo conquistou, pelo 10º ano consecutivo, Nota A na Capacidade de Pagamento do Estado (Capag) na avaliação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). A Capag é uma avaliação sobre a capacidade de pagamento do estado. Nesse sentido, um ente federativo bem avaliado pelo Tesouro Nacional é considerado bom pagador e poderá acessar financiamentos/empréstimos com juros mais baixos, especialmente, por contar com a União como seu garantidor.

Desde 2012, o Governo capixaba recebe nota A, que é a nota mais alta no Boletim de Finanças dos Entes Nacionais. Neste ano, também receberam a Nota A os estados de Mato Grosso, Paraíba, Rondônia e Roraima.

O boletim avalia três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez. O primeiro indicador é calculado pela relação entre a dívida consolidada e a receita corrente líquida. O segundo é definido pela relação entre a despesa corrente e a receita corrente ajustada. Já o terceiro é calculado pela relação entre as obrigações financeiras e a disponibilidade de caixa bruta. Em todos os três indicadores, o Espírito Santo recebeu a nota máxima, e o resultado sempre diz respeito ao ano anterior.

“Essa não é uma conquista do nosso governo, mas sim de todos os capixabas. A gestão fiscal responsável foi uma conquista da nossa primeira gestão lá em 2012 e desde então, em todos os anos, mantivemos a Nota A. Contudo, receber essa nota sem fazer investimentos não faz sentido. Por isso, desde que iniciamos essa nova gestão em 2019, estamos a cada dia aumentando os investimentos, mas com muita responsabilidade e equilíbrio”, afirmou o governador Renato Casagrande.

O secretário de Estado da Fazenda, Marcelo Altoé, destaca que, mesmo durante o período da pandemia da novo Coronavírus (Covid-19), o Espírito Santo não suspendeu seus investimentos e, ainda, garantiu um resultado social e econômico. “Mantivemos a arrecadação tributária em níveis adequados para que não houvesse atrasos no fluxo de pagamentos do Estado, reduzindo diversas despesas, visando manter a estabilidade financeira do Estado. Assim foi possível encerrar o exercício de 2020 com um Resultado de Caixa superavitário de R$ 588,4 milhões”, pontuou.

Marcelo Altoé lembra que o Estado promoveu incentivos à economia, ajudando na manutenção de empregos e garantindo a preservação da boa situação fiscal do Estado.

Para o secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, o resultado é fruto do acompanhamento e monitoramento intensivo de gastos com pessoal e das despesas correntes do Estado.

Com informações do Governo do Estado

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