Estudo do IJSN revela que 23,5% das casas capixabas possuem dispositivos inteligentes, como câmeras, aspirador de pó e geladeiras
Por Amanda Amaral
O Espírito Santo é o terceiro estado brasileiro com o maior número de dispositivos inteligentes nas residências. Eles estão presentes em 23,5% dos domicílios capixabas. Foi o que revelou um estudo do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN).
Estes objetos são eletrodomésticos e eletrônicos que possuem conexão com a internet e são operados por aplicativos ou sites. São, por exemplo, câmeras de segurança, caixas de som, lâmpadas, geladeiras, robô aspirador, e ares-condicionados inteligentes.
A análise do IJSN sobre a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no Espírito Santo se baseou na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) 2024 e traz dados sobre uso de parabólicas, serviços de streaming, banda larga, entre outros. Para acessar as informações na íntegra, clique aqui.
O estudo também mostrou tendências. Entre elas, a predominância da recepção do sinal aberto nos domicílios capixabas com televisão, já que 72,7% não tem TV por assinatura. Além disso, 40,9% das casas possuem microcomputadores e tablets, neste quesito, o estado é o 8ª entre as Unidades da Federação (UFs).
Já em relação à telefonia, 97,7% das casas capixabas possuem algum tipo de telefone, sendo o celular o principal meio de comunicação, em detrimento do telefone fixo, uma tendência comum em todo o país, segundo a análise do IJSN. O Espírito Santo aparece na 14ª posição nacional em termos de acesso domiciliar à rede, com 93,3% dos lares conectados.
Para a pesquisadora da coordenação de Estudos Territoriais do IJSN, Damiany Farina Nossa, os dados revelam uma transformação profunda no modo como a tecnologia se integra à vida cotidiana. “É inegável o quanto a tecnologia facilita o nosso dia a dia. A cada dia, os aparelhos vão se tornando uma extensão de nós mesmos, reunindo informações, conectando atividades e automatizando rotinas. Tanto no trabalho quanto no lazer, os dispositivos estão cada vez mais presentes, e a tendência é que só aumente”, avalia.

