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quarta-feira, 28 julho, 2021

Casagrande pede em Brasília mais vacinas e investimentos para ferrovia

O governador se reuniu com o presidente do Senado

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, se reuniu com o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, na manhã desta segunda-feira (22), em Brasília.

O encontro tratou dos esforços coletivos para aquisição de novas doses da vacina contra o novo Coronavírus (Covid-19) e também sobre investimentos na malha ferroviária do Estado.

De acordo com Casagrande, o objetivo da reunião foi somar esforços para a aquisição de doses, por meio do Fórum dos Governadores, para acelerar o Plano Nacional de Imunização.

“O presidente Rodrigo Pacheco está muito envolvido no cronograma das vacinas, está ouvindo e tentando ajudar. O debate que estamos fazendo no Fórum dos Governadores é de ajudar, pois muitos governadores têm interesses em adquirir vacinas e colocar essas doses no PNI. O Governo Federal e o Ministério da Saúde querem que o PNI seja controlado por eles e não nos opomos a isso”, relatou Casagrande.

Segundo o governador, o interesse é em encontrar mais vacinas além das que já têm contrato com o Ministério da Saúde. “Se encontrarmos fornecedores e que o Governo Federal não tenha interesse em negociar, nós iremos adquirir. Vacinar o mais rápido possível é fundamental, pois estamos perdendo mais de mil vidas por dia no Brasil. Se conseguirmos adquirir essas vacinas e adiantarmos em 60 dias o PNI, estaremos salvando 60 mil vidas”, disse.

Ainda na reunião, o governador e os senadores capixabas trataram sobre o Corredor Centro-Leste, uma demanda importante para o Estado, que teria sua malha ferroviária interligada com o restante do País, caso sejam realizados investimentos com a renovação da outorga da Ferrovia Centro Atlântica (FCA).

“Está em discussão a renovação da outorga da Ferrovia Centro Atlântica. É a maior malha ferroviária do Brasil e que faz a conexão do corredor Centro-Leste.  Querenos que parte dos recursos da outorga seja alocada para fechar esses gargalos, aumentando assim a competitividade da ferrovia”, comentou Casagrande.

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