Apesar da declaração, o ex-presidente criticou o ex-coach Pablo Marçal, cotado para a disputa à Prefeitura de São Paulo no segundo turno
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta manhã que apoiará qualquer candidato que chegue ao segundo turno enfrentando Guilherme Boulos (PSOL), em São Paulo. Segundo ele, é fundamental garantir que o psolista não seja eleito prefeito porque daria espaço no governo à sua “laia”, afirmou, citando o MTST.
Além disso, destacou que uma vitória de Boulos colocaria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seu aliado, numa espécie de ‘sanduíche’ formado pela Prefeitura e o governo federal.
Apesar da afirmativa, criticou o ex-coach Pablo Marçal, candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo. Bolsonaro disse que ele ‘faz as coisas para gerar polêmica’. Segundo o ex-presidente, os dois mantiveram um encontro de uma ou duas horas e, depois disso, Marçal começou a declarar que tinha o seu apoio, o que não era verdade. “Assim, Marçal perde credibilidade”, emendou.
Indagado sobre o governo do Estado do Rio de Janeiro – hoje ocupado pelo aliado Cláudio Castro (PL) -, Bolsonaro afirmou que a situação é difícil devido ao problema de segurança pública, acrescentando que o Supremo Tribunal Federal (STF) não permite que a polícia entre em determinadas áreas.
Em junho, o ministro do STF Edson Fachin pediu esclarecimentos a Castro sobre uma operação policial realizada no dia 11 de junho no Complexo da Maré, Zona Norte da capital fluminense.
Nunes diz que ‘seria bom’ presença maior de Bolsonaro na campanha
O atual prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), disse, neste domingo, 6, que gostaria de ter tido um apoio maior do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à sua campanha.
O prefeito agradeceu o apoio de Bolsonaro e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). “Ele participou da convenção, que foi super importante, ficou 3 horas e 40 minutos. Está dentro do que a gente esperava. Agradeço ao Bolsonaro e ao Tarcísio e a todos que estão nos apoiando”.
Contudo, ele gostaria que Bolsonaro fosse mais presente. “Se ele tivesse tido mais tempo de vir, seria bom. Não teve, não tem problema nenhum”. Com informações de Agência Estado

