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segunda-feira, 17 junho, 2024

Alckmin: regulamentação do Mover deve sair ainda em março

Programa ‘Mover’ vai fornecer R$ 19,3 bi em incentivos a produção de carros com baixa emissão de poluentes

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira, 5, que a meta da pasta é publicar até o fim do mês toda a regulamentação do Mover, o programa que prevê R$ 19,3 bilhões, até 2028, na produção de carros mais seguros e menos poluentes.

Segundo Alckmin, o sucesso do Mover está comprovado na série de investimentos relevantes anunciados pelas montadoras após seu lançamento.

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Após participar de um evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o vice-presidente se dirigiu a Sorocaba, no interior paulista, para visitar a fábrica da Toyota, que, conforme antecipou o próprio Alckmin no domingo, vai anunciar investimentos de R$ 11 bilhões.

Na quarta-feira, é aguardado o anúncio de um investimento histórico da Stellantis, grupo que produz carros das marcas Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën. No total, conforme a Anfavea, entidade que representa a indústria automotiva, R$ 100 bilhões serão investidos pelas montadoras e seus fornecedores de peças até 2029

“Esperamos que toda a regulamentação do Mover seja publicada até o fim do mês”, informou Alckmin ao atender a imprensa após abrir o I Encontro Nacional da Indústria e Serviços, evento promovido nesta terça-feira pela ApexBrasil na sede da Fiesp.

Durante o evento, o vice-presidente disse que as exportações no Brasil cresceram, no ano passado, dez vezes mais do que a média mundial, porém com um desempenho muito puxado pelas commodities. O desafio agora, reforçou, é exportar também produtos industriais e serviços. “No passado era assim: exportar é o que importa, é a solução. Virou exportar é a salvação”, declarou Alckmin, ao dizer que o País precisa ter mais empresas exportadoras.

Nesse objetivo, ele elencou esforços para fortalecer o comércio inter-regional e o acordo de livre comércio assinado entre Mercosul e Cingapura, assim como o crédito a exportações oferecido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com spread 60% mais baixo.

Ao apontar os juros altos como o grande entrave aos investimentos, Alckmin citou o projeto que prevê a criação da Letra de Crédito do Desenvolvimento (LCD) como um instrumento que permitirá à indústria captar recursos 1,5% mais barato, dada a isenção do imposto de renda do título. Com informações de Agência Estado

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