Vice-governador Ricardo Ferraço se aproximou de Lorenzo Pazolini, que lidera disputa
Por Robson Maia
O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, lidera a corrida pelo governo do Espírito Santo, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (2) pelo Instituto Paraná Pesquisas. O estudo foi realizado entre os dias 28 e 31 de maio com 1.522 eleitores de 45 municípios capixabas.
Na pesquisa estimulada — quando os nomes são apresentados ao entrevistado — Pazolini aparece com 26,1% das intenções de voto. Em segundo lugar está o vice-governador Ricardo Ferraço, do MDB, com 21,7%. A pesquisa dá um empate técnico, uma vez que a margem de erro é de aproximadamente 2,6 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.
O secretário estadual de Desenvolvimento e ex-prefeito da Serra, Sergio Vidigal, do PDT, surge em terceiro, com 11,1%. Na sequência, aparecem os votos em branco ou nulo (8,9%), o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (sem partido), com 8,6%, e o deputado federal Da Vitória, do PP, e os que não souberam responder (ambos com 6,6%). O prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio, do MDB, marcou 5,8%, à frente do deputado federal Helder Salomão, do PT, que teve 4,5%.
Casagrande lidera para o Senado e tem aprovação popular
O levantamento também mediu a preferência do eleitorado para o Senado e a avaliação do governo Renato Casagrande, do PSB. Atual governador do estado, Casagrande lidera a disputa pela única vaga ao Senado em 2026, com 49,2% das intenções de voto.

Outros nomes lembrados são Lorenzo Pazolini (20,6%), o deputado federal Sergio Meneguelli (Republicanos – 19,3%), o ex-governador Paulo Hartung (PSD – 18,9%) e o senador Fabiano Contarato (PT – 16,2%). Com índices mais baixos aparecem Manato (PL – 10,2%), Maguinha Malta (PL – 9,7%), Marcos do Val (Podemos – 8,2%), Evair de Melo (Progressistas – 6,2%) e Da Vitória (Progressistas – 5%), mesmo percentual dos que disseram não saber em quem votar. Já 6,2% indicaram que votariam em branco ou nulo.
Em relação à gestão estadual, Casagrande tem avaliação positiva. Para 65,2% dos entrevistados, o governo é “bom” ou “ótimo”. Outros 22,7% classificam como “regular”, 7,2% como “péssimo” e 3,7% como “ruim”. Apenas 1,2% não souberam ou preferiram não opinar.

