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É preciso mudar de foco. Associar uma “debandada” ao fim de uma agenda liberal é demasiada precipitação

Por Antônio Marcus Carvalho Machado

Tenho percebido em alguns meios de comunicação uma cobrança muito grande por entregas do atual Ministério da Economia, com foco na pessoa do ministro Paulo Guedes. Como se ele tivesse prometido muito e entregue pouco. E fico surpreso em ver o quanto muitos daqueles que se pronunciam ainda estão atrelados a um passado em que gestores públicos faziam promessas populistas. O que Guedes tem feito é apresentar propostas de interesse nacional para serem debatidas pelo parlamento e suas Instituições afins.

E tem conseguido apoio para essas propostas, até melhoradas, após debates e novas formulações. Reforma da previdência, ajuda emergencial e saneamento são bons exemplos. Além disso, não seriam ótimas entregas um novo patamar de juros da SELIC, um câmbio mais competitivo, a aprovação de um orçamento público emergencial para gastos no combate à pandemia e um forte respeito ao teto orçamentário?

Outra atitude retrógrada é ficar procurando identificar o “pai da criança”. Se foi o presidente da república, o ministro, o congresso, ou o STF. Como se houvesse um vencedor, o gênio da lâmpada. Coitado de Aladim. Não merece esse prêmio. O vencedor é a democracia, a construção participativa. Seria saudade dos “pacotes econômicos”?

Que muitas vezes em almoços ou jantares no alvorada eram ajustados para serem levados à votação, já previamente acordados e decididos. Aquela falsa política de coalizão que tanto prejudicou nosso país. Pior é quando perguntam a um entrevistado, seja do governo ou não, no ombro de quem cairá o desgaste das mortes pelo COVID-19: no do presidente ou no dos governadores? Lamentável. Uma releitura de John Donne seria uma boa resposta.

Tanto assunto importante para abordar e o que se vê é “a debandada do ministério da economia”; “a iminente queda de Paulo Guedes”; “o fim da agenda liberal”. Houve até quem dissesse que “havia uma corrupção de alto clero, mais sofisticada, agora é uma de baixo clero…a corrupção foi pro fundo do poço…”. Um sensacionalismo e uma agenda informacional muito restrita. Creio que está na hora disso acabar e dos meios de comunicação se reerguerem, retomarem o curso da notícia qualificada e construtiva.

É preciso mudar de foco. Associar uma “debandada” ao fim de uma agenda liberal, por exemplo, é demasiada precipitação. Ninguém é insubstituível a tal ponto que rompa o curso de um projeto. Salvo, seu líder principal e inspirador, o Ministro Guedes.

Mas em outras esferas abaixo dele, não. Por exemplo, saiu o Secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, e entrou em seu lugar o Bruno Funchal, muito competente e vinculado à uma também competente Instituição de Ensino Superior, a FUCAPE. E ele dá sequência sem perda ao propósito essencial da Secretaria, o equilíbrio das contas públicas, vigorosamente defendido pelo ministro Paulo Guedes e sua equipe.

Que outras pessoas pensem diferente é legítimo em um modelo democrático. Mas defender seus argumentos com dados e argumentos, econômicos, financeiros técnicos e em obediência às leis vigentes, é imprescindível. E que façam isso com a rapidez necessária e suficiente. Nesse sentido é bom observar que esse governo tem sido célere.

Praticamente, só teve um ano de trabalho normal. E no ano inicial, que habitualmente é de reparo de decisões anteriores e formulação de novas decisões, formulou e aprovou decisões. Depois, e até o presente momento, vive uma situação de pandemia inaudita e inédita. Mesmo assim, atuou, no campo da economia principalmente, com inteligência e presteza. Que o digam os milhões de brasileiros vulneráveis.

Antônio Marcus Carvalho Machado é economista (Ufes) e mestre em Administração (UFMG)

ES Brasil Digital

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