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IBC-Br sobe 1,88% em 12 meses até fevereiro

Índice do BC mostra desaceleração no crescimento econômico e impacto nos setores agro e industrial

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 1,88% nos 12 meses encerrados em fevereiro, na série sem ajuste sazonal, informou a autarquia nesta quinta-feira, 16. É uma desaceleração frente ao mesmo período até janeiro, quando a alta era de 2,28% (revisado, de 2,26%).

O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresceu 1,40% – também desacelerando frente ao mesmo intervalo de tempo até janeiro, quando avançava 1,65% (revisado, de 1,64%). O indicador da agropecuária acumulou alta de 9,66% nos 12 meses até fevereiro, contra 12,48% (revisado, de 12,32%) no mesmo período até o mês anterior.

Também em 12 meses, a taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 1,02% (revisado, de 1,05%) para 0,77%.

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O índice de serviços passou de 2,10% (revisado, de 2,05%) para 1,91%. O indicador de impostos – equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) – passou de 0,70% (revisado, de 0,74%) para 0,13%.

Primeiro bimestre

No acumulado de janeiro a fevereiro de 2026, o IBC-Br total cresceu 0,39% frente ao mesmo período de 2025.

O índice ex-agropecuária avançou 0,49%, enquanto o indicador do agro caiu 0,41%. A indústria recuou 1,24% e os impostos caíram 1,98%. Os serviços subiram 1,60%.

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Trimestre até fevereiro

O IBC-Br total cresceu 1,13% no trimestre móvel encerrado em fevereiro, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores. O índice ex-agro subiu 1,06%, enquanto o específico do agro aumentou 1,78%. A indústria subiu 1,01%; os serviços aumentaram 1,10%. Os impostos aumentaram 1,35%.

Considerando o trimestre até fevereiro, mas frente ao mesmo período de 2025 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,28%. O índice ex-agropecuária teve alta de 1,32%, e o específico do agro, de 1,10%. Os serviços subiram 2,18%. Já a indústria recuou 0,26% e os impostos caíram 0,45%.

Com informações da Estadão Conteúdo – Economia, Marianna Gualter

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