Estação Porto abre as portas para o Festival Feminina

Neste sábado (24), a partir das 15 horas, a Estação Porto recebe o Festival Femenina 2012 que busca a criação de um espaço para divulgação e visibilidade de trabalhos femininos todas as áreas de manifestação artística e cultural. Para entrar, basta levar um livro, que será doado para as detentas da penitenciária da Penitenciária Feminina de Cariacica.

Na programação, Karol Conká (PR), Lurdez da Luz (SP), Re.fem (RJ), Tambores de Safo (CE), Vanessa Ferr (ES) + Nick MC (ES), Coral Maria Maria (ES), malabares, tecido de circo, Jam/Ciranda, apresentação do grupo Vitória Street Dance, pista de skate, vídeos, grafite, comercialização de artesanatos, livros, camisetas e artigos femininos.  Haverá ainda homenagem à artista capixaba Elisa Queiroz. Esta será a sétima edição do evento, realizado pela primeira vez em 2001.

Karol Conká
Quem é do universo hip hop, ouve falar de Karol Conká desde 2002, quando a rapper começou a se envolver em projetos coletivos. Hoje, a artista se mostra confortável em carreira solo e vai sedimentando as ideias que estarão em seu primeiro disco, que deve sair nos próximos meses. Espontânea em suas composições, o ouvinte percebe a música de Karol Conká como se ela brincasse em suas músicas, hora com um toque suave, hora com um humor implacável, hora com um conselho amigo.

Lurdez da Luz
A rapper paulista Lurdez da Luz possui forte influência da música brasileira e se inspira em grandes compositores brasileiros para realizar seu trabalho. A artista é versátil, atual e representante dessa prolífera cena do Hip Hop Nacional, que tem ainda muito espaço a conquistar por sua facilidade de interlocução com diferentes públicos.

Tambores de Safo
É um grupo musical do Ceará que difunde através da arte o pensamento feminista e a cultura afro-brasileira e LGBT, além de atuar por meio da realização de ações políticas e artísticas que contribuam para o desenvolvimento do pensamento crítico e o empoderamento das mulheres, visando ao combate ao machismo, ao racismo e à homofobia.

Revolta Feminina
Re.fem é a abreviação de Revolta Feminina. Por trás do nome artístico, está a carioca Janaina Oliveira: mulher, negra, feminista, MC, cineasta, publicitária, produtora, ativista dos movimentos de Mulheres e Juventude Negra. É também realizadora audiovisual e a autora do primeiro documentário carioca a tratar do tema Hip Hop Feminino, “Rap de Saia” (2006), que historiciza a trajetória do Rap Feminino no Rio de Janeiro. Seus raps seguem a mesma linha ativista, como o “Religião”, sobre o aborto ilegal, “Mulher Negra, tem que respeitar” e “Direitos de Mulher” e os raps “Pelos Meus Filhos”, “Quebra-Côco” e “Baixada Fluminense”.

Femenina
O Coletivo Femenina luta há dez anos pelos direitos da mulher no Espírito Santo e dá oportunidades a classe artística, além de promover debates acerca do mundo feminino. O grupo tem como objetivo, além de divulgar os trabalhos femininos, fomentar a reflexão sobre a situação atual da mulher na sociedade.

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