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segunda-feira, 22 DE julho DE 2024

CBF reconhece falhas na Copa e promete investir na Olimpíada

Apesar de não citar a técnica Pia Sundhage nominalmente, Ednaldo Rodrigues deu a entender que a sueca continuará à frente da seleção feminina

A eliminação da seleção brasileira feminina ainda primeira fase da Copa do Mundo foi uma campanha “aquém do esperado” para a CBF, mas algumas horas após o empate sem gols com a Jamaica o presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, afirmou que o resultado “em nada irá mudar” os planos da confederação em relação ao futebol feminino. Ele ainda prometeu investir na modalidade visando uma medalha olímpica.

“Acompanhei de perto o comprometimento, foco e empenho das jogadoras e comissão técnica nessa Copa do Mundo feminina. Infelizmente, a eliminação do Brasil foi precoce e o resultado da seleção ficou aquém do esperado. Agora, é absorver o resultado e analisar com calma tudo o que aconteceu neste ciclo”, declarou o cartola. “Já antecipo que este resultado em nada irá mudar o propósito da CBF na minha gestão de continuar investindo de forma consistente no futebol feminino como um todo Pelo contrário, vamos intensificar este investimento.”

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Apesar de não citar a técnica Pia Sundhage nominalmente, Ednaldo Rodrigues deu a entender que a sueca continuará à frente da seleção feminina. A treinadora tem contrato com a seleção até o fim de agosto de 2024, período que coincide com o término dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Assim como na Copa do Mundo, o Brasil nunca faturou o título numa Olimpíada.

Sobre isso, o presidente da CBF prometeu investir na equipe feminina em busca de uma medalha. “Teremos agora um ciclo olímpico pela frente e seguiremos dedicados a avançar. Faremos os investimentos necessários para que o Brasil venha nos Jogos Olímpicos, assim como nas próximas competições, com ainda mais apoio em busca dos melhores resultados”, sustentou.

O dirigente ainda aproveitou para agradecer o apoio da torcida e o aumento do interesse da mídia no futebol feminino. “Essa Copa do Mundo despertou o Brasil para o futebol feminino e, junto com o torcedor, vieram novos patrocinadores. Tivemos a maior cobertura jornalística da história da seleção brasileira feminina, não só no Brasil, como também na Austrália”, disse Ednaldo. “É um universo que antes existia apenas no futebol masculino.” Com informações Agência Estado

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