- Continua após a publicidade -

Embaixador do Brasil na Itália não vê dificuldade de aprovação do acordo Mercosul-UE

Renato Mosca projeta aval do Conselho Europeu para a parceria estratégica até meados de 2025, minimizando preocupações do agronegócio

O embaixador do Brasil na Itália, Renato Mosca, diz não ver nenhuma dificuldade na aprovação do acordo Mercosul e União Europeia (UE), reiterando que trabalha com a expectativa de aval por parte do Conselho Europeu até meados de dezembro de 2025 e que autoridades italianas têm sido a favor da parceria.

“No momento em que as negociações avançaram a partir de meados de 2023, quando foram retomadas, o setor agrícola italiano passou a vocalizar certas preocupações em relação ao acordo, tendo em vista a competitividade importante da agricultura sul-americana. Essas preocupações foram levadas. São preocupações internas, não são resistências ao acordo”, disse a jornalistas, a margem do evento Lide Brasil e Itália Forum, em Roma.

Conteúdo em Alta

Casa Branca nega rascunho do acordo EUA-Irã
Câmara aprova PEC do fim da 6×1 e...
Acordo Mercosul-UE entra em aplicação provisória em maio
Selic alta trava recuperação das Small Caps
Neymar sofre lesão pode perder estreia na Copa;...
Excesso de incerteza ameaça construção de confiança
EUA rejeitam nova oferta do Irã; veja impacto
Justiça da Itália decide extraditar Carla Zambelli
Seminário debate educação e trabalho no Espírito Santo;...
Entenda como o acordo Mercosul-UE afeta o agro...

Segundo Mosca, o governo italiano tem sido muito claro no apoio que dará no Conselho Europeu para a aprovação do acordo entre os blocos. “São muitos os interesses que o setor industrial e o de serviços têm no Brasil e no Mercosul. Há mais de mil empresas italianas instaladas no Brasil, entre elas empresas que todos conhecemos. Nesses dois anos em que estou à frente da Embaixada, escuto das autoridades italianas o apoio ao acordo.”

- Continua após a publicidade -

O embaixador mencionou ainda que o acordo envolve três pilares: político, de cooperação e, evidentemente, o de comércio. “Por isso, é um acordo amplo e estratégico para a relação entre os dois blocos e para a relação entre os dois países”, complementou.

(Com informações da Agência Estadão, Por Caroline Aragaki)

Leia Mais

Khamenei diz que EUA não terão refúgio para...
Escala 6×1: oposição reage à PEC; confira
Acordo UE-Mercosul inicia aplicação provisória
Agronegócio capixaba fortalece a economia do Estado
Dólar sobe com temor global e pressão do...
Setor de comércio exterior do ES empossa novos...
EUA tomam navio iraniano e eleva tensão
Bailarina do ES participa de festival internacional na...
Não cabe ao Poder Judiciário inovação legislativa, afirma...
“Ano desafiador”, afirma liderança empresarial no ES

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Contéudos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -
- Publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 233

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Política e ECONOMIA

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -