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Textor se compromete a bancar a melhor tecnologia para o VAR

John diz estar preocupado com o futuro do futebol brasileiro e se comprometeu a bancar a melhor tecnologia para o Brasileirão

Depois de postar um vídeo nas redes sociais no qual acusou a atuação do VAR na derrota do Botafogo para o Palmeiras no último Campeonato Brasileiro, John Textor, dono da SAF do time carioca, publicou um texto, em que diz estar preocupado apenas com o futuro do futebol brasileiro e se comprometeu a bancar a melhor tecnologia em vídeo para combater os erros cometidos no Brasileirão.

“Sem revisar ou anular resultados dos campeonatos passados, tampouco buscar punição para qualquer indivíduo, e sim olhar para o nosso futuro. Um futuro totalmente dedicado a um esporte isento, transparente e justo, apto a seguir recebendo investimentos de quem quer que seja”, disse o dirigente.

Textor também se “compromete a adquirir e fornecer uma nova tecnologia para o VAR a ser usada no Campeonato Brasileiro. “Me comprometo em obter e conceder o licenciamento gratuito de tecnologia de VAR automatizados às autoridades competentes do futebol brasileiro. Também me comprometo a intermediar o processo de instalação de até 11 (onze) câmeras com essa tecnologia em todos os estádios de futebol que recebam jogos da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol. Essa nova tecnologia é capaz de detectar, por meio de visão computacional de alta resolução, o comportamento e movimentação a cada milissegundo dos jogadores e dos árbitros de futebol no campo. Isso naturalmente não só contribuirá para coibir atos suspeitos, como também garantirá a melhora na tomada das decisões difíceis durante as partidas”, escreveu Textor.

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“Também confio no sucesso de implementação de testes de integridade (inclusive mediante uso de polígrafos) em profissionais de arbitragem e jogadores de futebol, desde que respeitadas as limitações constitucionais de privacidade”, continuou o norte-americano.

Textor também revelou preocupação com o aumento do número de apostas esportivas no Brasil. “É preciso fornecer educação financeira à população e adotar um sistema de vigilância monetária, de modo a monitorar a movimentação financeira de transações ligadas às apostas. Isso garantirá a independência e autonomia das apostas esportivas em relação ao resultado das partidas.”

Ele também defendeu “a privatização da liga brasileira de futebol” que “ajudará a assegurar a governança corporativa, a responsabilidade e que os princípios fundamentais supracitados sejam respeitados”. Com informações Agência Estado

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