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quarta-feira, 1 dezembro, 2021

Sesa atualiza informações sobre o combate à Covid-19

Em coletiva de imprensa, o secretário e o subsecretário informação as ações realizadas no Estado

Nesta segunda-feira (13), o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, e o subsecretário de Estado de Vigilância Sanitária, Luiz Carlos Reblin, atualizaram os dados referentes ao enfrentamento do novo coronavírus no Espírito Santo. Por meio de coletiva de imprensa, eles informaram as ações que o governo do Estado está tomando.

Em relação aos óbitos, o secretário afirmou que houve também uma atenção maior da rede hospitalar com a redução os indicadores de óbitos em algumas unidades estaduais, em especial no Jayme dos Santos Neves, no Dório Silva, unidades que alcançaram uma curva de aprendizagem importante no tratamento da doença.

Segundo Luiz Carlos Reblin, se considerar as estatísticas, a cada 2 mil famílias, o Estado registra 1 óbito. Aqui no Espírito Santo, temos vários estágios da doença, segundo ele. “Ela está mais controlada na Grande Vitória, mas em fase de aceleração importante no interior do Estado. Hoje, a taxa de ocupação de leitos sofrerá um aumento considerável”, disse.

Sobre a questão do distanciamento social, o subsecretário foi enfático. “Se banalizarmos a doença, relaxaremos os cuidados. Não é um momento normal. Não é um momento natural. Permanecer em casa, utilizar a máscara ao sair, manter a higiene das mãos, manter distância das pessoas, parece desnecessário repetir, mas não é”, avaliou Reblin.

Veja o que o secretário e o subsecretário comentaram sobre cada assunto:

Cirurgias eletivas

Elas foram suspensas atendendo não só a orientação apenas dos órgãos oficiais, mas também das sociedades que representam diferentes sociedades médicas. É importante destacar que durante a pandemia, no Hospital Santa Rita zeramos a demanda reprimida de radioterapia.

“Estamos preparando nesta semana uma notificação a todos os prestadores de serviço do Estado, desde hospitais filantrópicos aos hospitais universitários, para que a partir do mês de agosto comece a retomar um calendário de atividades eletivas, caso o momento da pandemia nos permita retomar as atividades paulatinamente no Estado. A confirmação disso dependerá do comportamento do vírus e de ter o resultado em três semanas quanto a queda dos óbitos, dos registros de casos, entre outras coisas”, disse o secretário.

Leitos

“A possibilidade de não chegar a 800 leitos exclusivos de Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) vai depender muito da casualidade da queda de casos e de óbitos.  Se ocorrer uma queda sustentável de ocupação neste mês nós vamos fazer a expansão, no entanto, privilegiando a oferta de leitos a pacientes que tenham outras condições de saúde que não seja a Covid-19”, afirmou Nésio Fernandes.

Retorno das aulas

“O retorno será possível no momento em que tivermos a queda consolidado do numero de registros, casos graves e óbitos.  E não é tendência ou viver a curva de recuperação. É ter consolidado a etapa equivalente de transmissão local. Se acontecer em agosto, as aulas retornam em agosto. Se acontecer em setembro, serão em setembro. Se não acontecer retornam somente em outubro. Não vamos submeter nossas crianças, nossos jovens e nossos trabalhadores da educação em situações de risco. O retorno das aulas acontecerá em um momento oportuno e seguro para a retomada para as atividades escolares e acadêmicas para o nível superior”, frisou o ele.

Esgoto

“A Subsecretária de Vigilância Sanitária, junto com a equipe da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e o Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen) também participou da fase de coleta e está analisando os dados.  Assim que os resultados se concretizarem, assim que tivermos as primeiras avaliações, daremos resultado à população”, destacou Luiz Carlos Reblin.

Retomada

“Se reunirmos as condições que coloquei anteriormente é possível que a retomada das atividades seja em setembro, mas isso não é baseado em tendências e sim em evidências”, afirmou Nésio.

Vacinas

“A definição prévia vem de centros brasileiros que acompanham e tem capacidade tecnológica de acompanhar a evolução da vacina. Quando tem um antígeno eficaz em uma população previamente definida para testagem, nós monitoramos. No Espírito Santo não tem pessoas selecionadas para fazer parte do teste da vacina”, ressaltou o secretário.

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