23.3 C
Vitória
quarta-feira, 24 abril, 2024

Senado aprova piso para enfermagem proposto por Contarato

O projeto apresentado pelo senador capixaba Fabiano Contarato prevê um piso para enfermeiro no valor de R$ 4,75 mil

Por Josué de Oliveira

O Senadores aprovaram o Projeto de Lei 2564/2020, de autoria do senador Fabiano Contarato (Rede-ES), que institui o piso nacional salarial para enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras.

- Continua após a publicidade -

“A aprovação do nosso projeto é a maior e mais justa homenagem que podemos fazer a esses profissionais! É uma dívida do Brasil com esses heróis imprescindíveis na vida da população e na garantia constitucional do direito à saúde. Piso salarial já”, afirma Contarato.

Com a aprovação do projeto, que precisa passar também pela Câmara, o valor do piso para enfermeiros ficou estabelecido em R$ 4,75 mil. Além disso, o piso salarial será atualizado, anualmente, com base no Índice de Preço ao Consumidor (INPC).

O texto prevê, ainda, que acordos individuais e coletivos respeitarão o piso estabelecido em Lei. O projeto segue para análise da Câmara dos Deputados.

O projeto de Contarato previa piso salarial nacional de R$ 7,3 mil mensais para enfermeiros, de R$ 5,1 mil para técnicos de enfermagem, e de R$ 3,6 mil para auxiliares de enfermagem e parteiras. O relatório final aprovado foi fruto de um acordo feito entre parlamentares e entidades representantes da categoria.

“Sempre defendemos o valor do piso e demais direitos conforme apresentamos no PL 2564. No Parlamento prevalece a vontade da maioria, e as negociações políticas levaram em conta uma série de variáveis e atores envolvidos, resultando num acordo que redimensionou o valor do piso. Seguiremos, sempre, defendendo a categoria e sua nobre missão”, frisa Contarato.

Entre para nosso grupo do WhatsApp

Receba nossas últimas notícias em primeira mão.

Matérias relacionadas

Continua após a publicidade

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 220

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Vida Capixaba

- Continua após a publicidade -

Política e ECONOMIA