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quinta-feira, 2 abril, 2020

Trabalho: preconceito com os mais velhos

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Estudo mostra que 82% dos brasileiros acham que pessoas mais velhas sofrem preconceito

Parece coisa do passado, mas o preconceito com os mais velhos no mercado de trabalho persiste. Hoje a expectativa de vida do brasileiro é de 75,5 anos, 30 anos a mais do que na década de 1940. Considerando que em poucos anos o Brasil terá uma pirâmide etária invertida, há uma mudança de modelo mental que deve ser estabelecida — e rápido. Em 2025, seremos o sexto país no número de pessoas idosas, com 32 milhões acima de 60 anos.

Esses anos a mais de vida com cada vez mais boa saúde física, metal e financeira impacta de forma positiva no pais. Como resultado, projeta a Economia da Longevidade como um dos mais importantes movimentos econômicos deste século.

Estudo realizado pelo Grupo Croma o Oldiversity avalia como as marcas estão lidando – ou não – com a longevidade. E também com a diversidade de orientação sexual, gênero, raça e pessoas com deficiência. Assim, se estabelece como parâmetro avaliativo inédito de marcas que pensam, promovem e defendem assuntos ligados à longevidade e à diversidade.

E na velhice?!

Quase metade dos entrevistados declara que não tem com quem contar na velhice. Certamente, o que contribui para o alto índice (72%) dos que consideram importante a contratação dos mais velhos pelas empresas. Acima de tudo, no grupo dos que têm 61 anos ou mais.

O despreparo das lojas é reconhecido por 72% dos entrevistados com as dinâmicas do varejo e do treinamento dos vendedores no atendimento aos que têm 60 anos ou mais. Já 82% afirmam que as empresas tem preconceito com os mais velhos na hora de contratar. Deviso a isso, o número de desempregados no país acima de 40 anos dobrou nos últimos anos, quem dirá para os acima de 60 anos.

Apenas 19% acreditam que pessoas mais velhas estejam habituadas a comprar em lojas virtuais. Apesar disso, os que têm 61 anos ou mais são mais confiantes e elevam esse índice para quase 30%. Não é à toa que, dos 25,4 milhões de pessoas com 61 anos ou mais, 83% acessam a internet diariamente. Assim, deram aos e-commerce uma fatia importante de um mercado antes considerado inacessível.

“O Oldiversity mostra que 86% das pessoas pensam em manter a produtividade na velhice, pois além do benefício da manutenção da renda, estar no mercado de trabalho faz com que se sintam incluídas socialmente”, explica Edmar Bulla, CEO da Croma.

Adequação das marcas

No quesito consciência, 75% dos entrevistados sabem que a população está ficando mais velha. Porém, 70% dizem não estar preparados para perder sua qualidade de vida no futuro. Certamente, isso representa uma grande oportunidade a empresas e marcas que podem fazer parte dessa jornada. Uma passagem entre o hoje e o amanhã, de pessoas que precisam de auxílio para planejar e usufruir de uma qualidade de vida digna no futuro.

idosos consumidores A reputação das marcas no aspecto da longevidade parece ser abalada, especialmente sobre a autenticidade da comunicação e da proposta de valor. A descrença, no caso da longevidade, é tão significativa quanto a de diversidade. “Apenas uma pequena parte do varejo parece estar preparada para atender à demanda desse shopper tão importante, mas ainda pouco expressivo tanto nas estratégias de marketing quanto em relação ao quadro de funcionários de marcas e empresas”, define Bulla.

O estudo comprova que marcas que se posicionam claramente sobre a longevidade são beneficiadas e têm impacto positivo em consideração e preferência. As pessoas passam a acreditar (68%), admirá-las (77%) e recomendá-las (69%). Entre os entrevistados com idade acima de 61 anos, esses índices alcançam 83%, 77% e 82%, respectivamente. “Isso representa uma grande oportunidade para empresas e marcas que podem fazer parte dessa jornada entre o hoje e o amanhã de pessoas que precisam de auxílio para planejar e usufruir de uma qualidade de vida digna no futuro”, explica Bulla.

Experiência que faz a diferença!

Em 2018, a capa da edição 150 da ES Brasil, trouxe uma matéria especial sobre um novo movimento no mercado, realidade também no Espírito Santo. Empresários passaram  a contratar profissionais antes aposentado. Acima de tudo, pelo “jogo de cintura” que o idoso tem em lidar com situações adversas e, assim, solucionar os problemas.  Vale a pena conferir a matéria das páginas 12 a 15


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