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quinta-feira, 28 maio, 2020

Pastagem Ecológica é alternativa para queimadas

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Implementação de novas técnicas nas pastagens substitui as queimadas e torna a pecuária uma atividade mais sustentável.

Com a degradação dos recursos naturais, inclusive pela atividade agropecuária, importante para a economia estadual, é preciso, cada vez mais, buscar alternativas sustentáveis de produção no agronegócio. Pensando nisso, vários produtores e pecuaristas do Espírito Santo têm aderido a práticas como a adoção do sistema de pastagens ecológicas. Através da técnica, é possível aumentar a produtividade da propriedade em até três vezes, ocupando áreas menores do que as tradicionalmente usadas na pecuária extensiva, e alcançar baixos custos na produção de gado, colocando fim ao uso de queimadas e reformas periódicas de pastos, além de melhorar o manejo do rebanho e gerar mais conforto.

De acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes) — uma das entidades que apoiam a implementação do sistema de pastagens ecológicas — Júlio da Silva Rocha Jr., a preocupação em conjugar a preservação do meio ambiente com a manutenção de bons índices de produtividade é uma constante para a instituição. “A Faes está sempre procurando soluções e inovações que respeitem e conservem o meio ambiente e, ao mesmo tempo, possibilitem ao produtor condições de desenvolver suas atividades da melhor maneira possível. A agropecuária e o meio ambiente podem, sim, estar em harmonia”, afirma.

Capacitação
O programa é viabilizado graças a uma parceria com o Projeto Corredores Ecológicos (PCE), o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e o Insituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), que vem divulgando as técnicas de baixo impacto ambiental.

Para que possam lidar melhor com essa nova prática, os produtores capixabas estão sendo capacitados para a implantação do sistema em suas terras. Grupos de técnicos e produtores visitam propriedades em Linhares e Vila Pavão, onde a técnica já está implantada, de forma pioneira. Nessas propriedades, os produtores já estão obtendo bons resultados, como é o caso de João Marcos Guasti, da região do Córrego do Farias, em Linhares. Ele implantou o sistema em setembro de 2010, e já faz planos para ampliar a área de produção de cinco para 15 hectares.

De acordo com o engenheiro agrônomo do PCE e especialista no assunto,Jurandir Melado, a pastagem ecológica é baseada em três pilares: o sistema de pastagem rotacionada, também conhecido como sistema “Voisin”; a diversificação de gramíneas forrageiras; e o plantio de árvores, que podem ser espécies frutíferas ou até mesmo com potencial de uso econômico da madeira.

Além de Linhares e Vila Pavão, Itaguaçu, Afonso Cláudio e Ibitirama já têm unidades demonstrativas implantadas e outra em Nova Venécia está prevista ainda para este ano.

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