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quarta-feira, 1 dezembro, 2021

O que muda com o Open Banking?

A partir da próxima quinta-feira, 15 de julho, entra em vigor a segunda fase do projeto de “abertura dos bancos” (Open Banking) do Banco Central

por Samantha Dias 

O conceito de “banco aberto” já é usado em outros países do mundo e chega ao Brasil com a promessa de mais autonomia aos clientes e competitividade ao sistema financeiro.

Na prática, significa que o consumidor, se desejar, poderá autorizar o compartilhamento das suas informações entre as diferentes instituições bancárias, mesmo aquela que ele ainda não tem relacionamento.

Imagine ser correntista em um banco e usar o cheque especial de outro? Ou então contratar empréstimos com uma instituição financeira que possui condições mais vantajosas, usando uma plataforma única de comparação de taxas e juros? Melhor ainda, já pensou em pagar todos os seus boletos em um banco, usando saldo de outra conta, tudo de maneira integrada?

A primeira fase do Open Banking teve início em fevereiro deste ano com a interação entre os bancos participantes, disponibilizando ao público informações padronizadas sobre os seus canais de atendimento e as características de produtos e serviços bancários tradicionais que oferecem. A partir do próximo dia 15, começa a segunda fase, quando os usuários poderão solicitar o compartilhamento – entre instituições participantes – de seus dados cadastrais, de informações sobre transações em suas contas, cartão de crédito e produtos de crédito contratados. É importante ressaltar que o compartilhamento ocorre apenas se a pessoa autorizar, sempre para finalidades determinadas e por um prazo específico.

Autonomia

O objetivo central da iniciativa é dar mais autonomia e praticidade ao cliente, porque ele mesmo poderá escolher os produtos e serviços mais atrativos ao seu perfil. Com isso, vai trazer mais competitividade entre as instituições, que terão que oferecer as melhores condições para não perder cliente.

Personalização

Já que a comunicação entre os bancos será maior e haverá compartilhamento de informações sobre o que cada consumidor consome, os bancos poderão lançar produtos personalizados, a partir dessas informações. A ideia é usar esses dados para entender melhor o que o cliente busca com o banco, podendo abrir espaço para o desenvolvimento de produtos personalizados para cada consumidor

Com informações do Sebrae 

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