Conselho Monetário Nacional reduz juros de crédito rural

Foto: Divulgação/El Salmón

As novas taxas estarão em vigor para a safra 2017-2018, a partir do próximo dia 1º de julho

De acordo com o Portal Brasil, o Conselho Monetário Nacional autorizou a redução da taxa de juros para financiamentos rurais por meio dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO). A medida pretende manter aquecido o agronegócio no País.

Os produtores que pagarem em dia terão um descontos de até 5,65% nas parcelas devidas. As novas taxas estarão em vigor para a safra 2017-2018, a partir do próximo dia 1º de julho. A redução é parte de um conjunto de ações do governo federal para estimular o setor agropecuário.

Meio ambiente

A proposta aprovada pelo Conselho Monetário Nacional também reduz os encargos para financiar projetos de conservação e proteção do meio ambiente, recuperação de áreas degradadas, desenvolvimento de atividades sustentáveis e inovação tecnológica em propriedades rurais. As taxas de juros para iniciativas assim chegam a 5,65% no Norte e Nordeste e a 6,38% no Centro-Oeste. O percentual é o mesmo para todos os produtores de cada região, independentemente do empreendimento.

Mais investimentos

A programação financeira dos Fundos Constitucionais nas três regiões prevê a disponibilidade de R$ 40,8 bilhões para 2017, um aumento de aproximadamente 30% em relação ao ano passado. Do montante previsto para este ano, R$ 26,1 bilhões é para investimentos na Região Nordeste, R$ 10,1 bilhões para o Centro-Oeste e R$ 4,6 bilhões para o Norte.

Na Região Centro-Oeste, o volume de recursos do FCO contratados para o setor rural no primeiro trimestre deste ano foi 121,9% maior em relação ao mesmo período no ano passado (R$ 477,3 milhões em 2016; R$ 1,06 bilhão em 2017). No Norte, as demandas do setor rural tiveram crescimento de 30%, passando de R$ 336,9 milhões para R$ 437,9 milhões. Já na Região Nordeste, as contratações para os segmentos urbanos – especialmente indústria, infraestrutura, turismo, comércio e serviços – registraram melhor desempenho que o setor rural.

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