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Com capixabas, Brasil brilha no Mundial de Ginástica Rítmica

Durante a competição internacional em Portugal, as brasileiras conquistaram a primeira medalha de ouro deste ano

Por Andressa Ribeiro*

Encerrada no último fim de semana, a Copa do Mundo de Ginástica Rítmica, em Portugal, contou com a participação do Brasil, que alcançou sua melhor performance na história ao conquistar três medalhas: ouro na série mista (três fitas e duas bolas) e pratas no geral e nos cinco arcos.

O conjunto brasileiro foi formado pelas capixabas Déborah Medrado e Sofia Madeira. Além de Maria Eduarda Arakaki, Marianna Pinto, Nicole Pírcio e Victória Borges.

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Além disso, no individual, também contou com a participação da capixaba Geovanna Santos, que chegou à final do aparelho de maças. Com a presença da paranaense Bárbara Domingos, foi a primeira vez na história de uma Copa do Mundo em que duas brasileiras chegaram à final.

O conjunto brasileiro faturou o ouro na série mista com uma nota de 32,550 pontos. O México, segundo colocado, atingiu 30,100 de pontuação. Nos cinco arcos, as brasileiras alcançaram a nota de 35,200 pontos e só ficaram atrás da Espanha, que atingiu 35,750 pontos. No geral, o quinteto verde e amarelo conseguiu uma nota alta: 68.850. A Espanha foi campeã com 70.300 pontos.

A 74 dias para o início da Olimpíada de Paris, Déborah Medrado e Sofia Madeira seguem confiantes em uma boa participação do Brasil nos Jogos.

“Foi uma conquista histórica, inédita para o Brasil. Superamos a etapa de 2023 na Romênia, quando conquistamos um ouro, uma prata e um bronze, e agora chegamos a um ouro e duas pratas. Estamos vindo de uma evolução constante, e a cada competição estamos melhorando, e isso é muito importante para chegarmos em Paris muito bem, com muita experiência e bagagem para chegarmos nas cabeças. Então, esse resultado é importante para o time, para chegarmos em Paris cada vez mais confiante”, disse Déborah Medrado.

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“Todo o nosso esforço está valendo a pena. O mais importante é a construção da nota. Temos duas séries muito fortes. E entrar em quadra, fazer as séries e receber boas notas é muito importante para nós. A cada competição que a gente vai, estamos desenvolvendo um pouco mais. Queremos chegar em Paris e poder mostrar nossa melhor série, alcançar nossa melhor nota e, se Deus quiser, com grande chance de uma medalha olímpica, porque dá para ver que a nossa série pareia com as melhores do mundo e que temos força suficiente para chegar lá e conseguir uma medalha”, comentou Sofia Madeira.

A treinadora capixaba Gizela Batista, que esteve em Portugal acompanhando Geovanna Santos, comentou sobre os resultados do Brasil e das representantes do Estado.

“Temos muito orgulho de ter duas capixabas representando o Brasil na Copa do Mundo. E no individual a Geovanna também conseguiu um grande feito, ao chegar na final das maças. A primeira vez que ela chegou em uma final nas maças em uma Copa do Mundo. Infelizmente, ela teve uma pequena falha e em uma competição de nível alto não podemos errar. Agora vamos nos preparar para a nossa próxima competição, a disputa do Pan-Americano, no início de junho”, destacou Gizela Batista.

Torneios internacionais

Antes da Copa do Mundo em Portimão, foram disputados torneios internacionais da modalidade na Polônia e na própria cidade portuguesa. Na Polônia, Geovanna Santos conquistou três medalhas, pratas na bola e na fita, e bronze no arco, terminando na quarta colocação geral.

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Já em Portimão, Ana Luísa Neiva, que viajou com passagens pagas pelo programa Voe Atleta, também da Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport), ficou na sétima colocação geral e chegou nas finais dos aparelhos arco, bola e maças. A treinadora e presidente da Federação do Espírito Santo de Ginástica (FESG), Monika Queiroz, também viajou com passagens concedidas pelo Voe Atleta. (Com informações Sesport)

*Sob supervisão de Erik Oakes

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