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domingo, 13 junho, 2021

Coronavac: Butantan entrega últimas doses e paralisa produção

O Instituto Butantan confirmou que a produção da CoronaVac está suspensa por falta de insumos.

A decisão foi anunciada após o instituto finalizar a entrega de 1,1 milhão de doses da Coronavac, referentes ao primeiro contrato para fornecimento de vacinas contra o novo coronavírus ao Programa Nacional de Imunizções (PNI).

Dessa forma, o instituto forneceu, ao todo, 47,2 milhões de doses, elaborada em parceria com o laboratório chinês Sinovac. O contrato previa o fornecimento de 46 milhões de doses da vacina. Assim, o lote de hoje também é o início do cumprimento do segundo contrato para a disponibilização de 54 milhões de doses até o final de agosto.

Paralisação por falta de insumos

O Butantan informou que vai paralisar a produção até a chegada de um novo lote com 10 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), matéria-prima da vacina. Segundo o governo de São Paulo, o carregamento ainda não foi liberado pelo governo chinês para ser embarcado ao Brasil.

Além disso, Doria atribuiu o atraso na liberação do envio do material a um “entrave diplomático” causado por declarações “desastrosas” de autoridades do governo brasileiro em relação à China e à própria vacina.

Itamaraty

Em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado, no último dia 6, o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, disse, na ocasião, que a relação com a China está entre as prioridades do governo brasileiro. “Queremos um relacionamento econômico e comercial maior e mais diversificado com a China”, afirmou na ocasião.

Embaixada da China

Em publicação nas redes sociais, a embaixada chinesa no Brasil destacou a cooperação com países em desenvolvimento para o acesso a vacinas e insumos. “A China é o maior fornecedor de vacinas para países em desenvolvimento. Oferecemos assistências vacinais a mais de 80 nações em desenvolvimento e exportando o imunizante a uns 50 países. Por fim, a China continua a honrar seu compromisso de tornar suas vacinas um bem público global”, diz a publicação.

*Com informações da Agência Brasil

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