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quinta-feira, 27 janeiro, 2022

Baleias Jubarte podem ser vistas durante passeio; saiba como

baleias
Foto: Projeto Baleia Jubarte

Atrativo natural do Espírito Santo, o avistamento de baleias Jubartes continuam disponíveis por meio do “turismo observatório”.

Por Munik Vieira

O fortalecimento do turismo de observação de baleias é parte da carteira de projetos prioritários do Governo do Espírito Santo.

O governador Renato Casagrande destacou o privilégio para os capixabas em ter tão próximo da costa a oportunidade de vivenciar esta experiência que contempla não só baleias, como também golfinhos e aves. “Esta é mais uma das nossas riquezas naturais que fazem do Espírito Santo este Estado único e muito privilegiado pelas belezas naturais. Unimos a natureza e a pesquisa, estimulando um turismo responsável de contemplação e gerando emprego e renda para a cadeia produtiva do turismo”, enfatizou.

Em Aracruz, o município, junto com o Instituto Baleia Jubarte, tem no Museu Histórico de Santa Cruz a base para o receptivo dos turistas onde são feitas palestras sobre as pesquisas desenvolvidas na costa capixaba. Além disto, a equipe do Instituto realizou a capacitação teórica e prática para os mestres, agências e operadoras de turismo sobre ações preparatórias para o desenvolvimento da atividade no município.

Desde 2017, são realizados os passeios para observação de baleias no Espírito Santo. A observação é possível entre os meses de junho e novembro, período que uma média de 20 mil baleias passam pelo Espírito Santo.

A cada ano, cerca de quatro mil turistas realizam os passeios. Essa ação é comercializados por agências de viagem credenciadas pelos grupos de pesquisa que atuam no monitoramento dos cetáceos.

Como fazer o passeio

Foto feita para o projeto Amigos da Jubarte.

No Espírito Santo, a observação das Jubartes ocorre há 25 quilômetros da costa, cerca de 40 minutos mar adentro, o que atrai turistas de todas as partes do mundo.

A observação é possível na costa capixaba entre os meses de maio e novembro. Os passeios saem do píer localizado na Enseada do Suá e devem ser feitos por empresas capacitadas pelos grupos de pesquisa desta espécie, o Amigos da Jubarte (Instituto Canal e Últimos Refúgios) ou Instituto Baleia Jubarte.

Complementando o atrativo, na Praça do Papa o visitante tem acesso ao Memorial da Baleia Jubarte onde há um acervo sobre animais marinhos e técnicos que apresentam informações importantes sobre as espécies marinhas com enfoque maior para as jubartes.

Você encontra mais informações nos seguintes sites

Instituto Baleia Jubarte

Projeto Amigos da Jubarte

Segurança

Os grupos de pesquisa são os responsáveis pela qualificação do setor de turismo sobre o tema.

No Espírito Santo, são dois os grupos de pesquisa que realizam o monitoramento dos cetáceos, o Projeto Amigos da Jubarte, desenvolvido pelo Instituto O Canal e Últimos Refúgios, e o Instituto Baleia Jubarte, que, além de realizar as pesquisas, mantém, com apoio da Prefeitura de Vitória, o Memorial da Baleia Jubarte, na Praça do Papa. “Importante espaço de divulgação e educação ambiental com acesso gratuito para todos”, ressaltou a secretária Lenise Loureiro.

Geração de Emprego e Renda

De acordo com o projeto Amigos da Jubarte, o Turismo de Observação Natural de Baleias movimenta cerca de US$ 2 bilhões de dólares, anualmente, em todo o mundo, uma matriz importante de geração de emprego e renda, além de uma fonte limpa e sustentável. “Mais de 160 países praticam a atividade e o Espírito Santo faz parte desta rota internacional de ‘HOTSPOT’ de Observação de Baleias”, pontuou o coordenador do projeto Amigos da Jubarte, Sandro Firmino.

Ele destacou que o Espírito Santo é o maior berçário das Jubartes. “Elas nascem aqui, são brasileiras, são capixabas”.

As expedições ocorrem de acordo com as condições de navegação e são obedecidos todos os cuidados necessários em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Normalmente, as baleias são avistadas há 25 quilômetros da costa, cerca de 40 minutos do continente.

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