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sábado, 15 junho, 2024

Copy of Dez tendências globais de consumo

Copy of Dez tendências globais de consumo

A empresa global de pesquisa de tendências de consumo Trendwatching.com anuncia as 10 tendências globais de consumo para 2015.

 A cada ano, a equipe da Trendwatching analisa as tendências mais significativas do período, estuda como elas evoluíram e faz algumas apostas sobre movimentos globais de consumo que serão mais importantes no ano que começa.

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A empresa informa ainda que, a partir de agora, todos os seus informes trazem um recurso de interatividade. Os leitores podem votar se aquela tendência que acabaram de ler é relevante para sua região e sua indústria.

Confira abaixo quais as  tendências constatadas pela Trendwatching.com para o ano de 2015:

 

1) Instant Skills

Há anos a trendwatching.com vem falando de “Status Skills” (habilidades, aptidões que os consumidores desenvolvem e que concedem status a eles). Agora muitos consumidores estão vivendo um momento “pós-status” e vão se importar menos com o que eles possuem ou com que podem comprar e mais com o que eles podem fazer ou criar a partir dos produtos, serviços e plataformas. Esses consumidores anseiam por adquirir novas aptidões.

 

2) Fast Laning

Consumidores esperam, principalmente das marcas as quais eles são fiéis, opções para acessar os produtos e serviços ainda mais rápido. Em 2015, cada vez mais as marcas desenharão maneiras criativas para que todos os consumidores, e não apenas seus clientes VIP, possam acessar o consumo mais rápido. Essa tendência é representada por aplicativos que agilizam a vida, como o da Starbucks que permite o consumidor fazer o pedido antes de chegar à loja.

 

3) Fair Splitting

Para muitas marcas, a opção de “fazer pagamentos pelo celular” já deixou de ser um sinal de “avanço”. Essas marcas estão adicionando um outro benefício aos pagamentos digitais, criando outros recursos para seus consumidores como a possibilidade de dividirem os custos dos pagamentos dos produtos e serviços com outros amigos/pessoas. Estão sendo lançados, por exemplo, novos aplicativos de táxi que permitem não apenas pagar a corrida, mas pegar outros passageiros no caminho para dividir a conta.

 

4) Internet of sharing things

A economia colaborativa se encontra com a “Internet das Coisas”. Quando um número maior de objetos se conecta à internet (os objetos se tornam inteligentes), encontra-se novas maneiras de se extrair valor deles – e o acesso compartilhado de produtos é uma dessas novas formas. Considere uma nova legião de produtos e serviços – desde bicicletas, guarda-chuvas a espaços físicos – que podem ser controlados pelos consumidores à distância e que pode ser trocado entre eles.

 

5) Branded Government

Em 2015 , as marcas com visão de futuro vão intensificar seus esforços para criar mudanças reais e significativas na sociedades em que estão inseridas. Trata-se de ir além de iniciativas “padrões” de Responsabilidade Social, mas identificar deficiências governamentais e agir sobre elas. O aplicativo Waze, por exemplo, criou o projeto “Connected Citzens” no qual divide com os governos informação para a melhoria do trânsito urbano.

 

6) Post-Demographic Consumerism

Os padrões de consumo já não são definidos por segmentos “tradicionais” demográficos, como idade, sexo ou localização. Claro que os dados demográficos devem ser monitorados, mas as possibilidades que eles apontam devem ser cruzadas com outros dados, explorando micro segmentações para criar inovações relevantes. Segundo o Trendwatching.com, “essa é uma grande chance da sua marca encantar outros consumidores que não sejam parte do seu público tradicional”.

 

7) Currencies of Change

Estamos todos tentando mostrar uma versão melhor de nós mesmos. Seja emagrecer, tonificar o corpo, deixar de fumar – ou usar menos as redes sociais. O apelo pela auto-superação é constante – por motivos internos e externos. Para ter uma vida mais equilibrada, para ter mais energia, para aprender novas capacidades (seja terminar um curso ou começar uma nova faculdade) os consumidores vão desejar recompensas tangíveis das marcas.

 

8) Sympathetic Pricing

Apenas 30% dos consumidores globais pensam que as marcas tem um compromisso sincero com os seus clientes (Edelman, outubro de 2014). Para compensar isso, as marcas estão fazendo esforços objetivos e criativos (dando descontos surpreendentes) para mostrar que se importam com seus consumidores. Essas marcas estão “aliviando” os preços, dando descontos por uma causa ou em função de uma circunstância pessoal ou significativa vivida por esses consumidores. Foi o caso da editora Lote 42, que deu 10% de desconto por cada gol que a seleção brasileira tomou na Copa do Mundo.

 

9) Robo Love

Muitos consumidores terão seus primeiros encontros cara a cara com robôs em 2015, segundo o relatório. Os robôs chegaram não só para cortar custos nas empresas como para aumentar a satisfação dos consumidores.

 

10) Brand Stands

Os consumidores estão recompensando marcas corajosas que se alinham em conversas difíceis e necessárias do nosso tempo. Por exemplo, temas polêmicos que normalmente são tratados nos telejornais, mas evitados pelas marcas. Temas como bullying, os privilégios de uma classe ou grupo social, a transparência (e a falta dela) na publicidade se tornam assuntos de campanhas de empresas que estão surfando nessa tendência.

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