Você já ouviu falar dos “Coletivos Feministas”?

Não, os movimentos de defesa das mulheres não pararam no tempo. Elas se reúnem e se agrupam de acordo com as suas bandeiras, com a necessidade de se expressar, de defender seus ideais e para manifestar seus incômodos. No Brasil,um país de dimensões tão grandes (e de diferenças também), os coletivos femininos ganham cada vez mais terreno e surgem para dar visibilidade
a causas e a espaços de protagonismo.

Os palcos para a mobilização são diversos: seja na internet, pela facilidade de engajamento (grupos e páginas de redes sociais, por exemplo); seja em ambientes físicos escolhidos para este fim; ou seja nos pátios de universidades ou escolas. Esse cenário tem uma explicação lógica e muito plausível: viver em uma sociedade com resquícios de educação patriarcal no qual, na prática, os direitos ainda não são iguais, como rege a teoria, exige uma válvula de escape. Requer da mulher um posicionamento e uma forma de expressão. Saúde, política, arte, sexualidade, maternidade, trabalho, espiritualidade, comportamento, relacionamento…

Os assuntos são variados, mas o objetivo é único: é por meio desses espaços coletivos que as mulheres podem se reunir, trocar e criar laços. É através dessa união que a sua voz ganhará um timbre mais alto. É daí que virá o empoderamento feminino, a consciência do que somos de verdade, de como vivemos e de como queremos esse viver. Provavelmente, você já faz parte de um desses grupos, ainda que não rotulado como coletivo. Mas, se ainda não encontrou a sua trupe, ou deseja conhecer mais sobre esse movimento tão bacana, uma dica é o site MAMU – Mapa de Coletivos de Mulheres (mamu.net.br), uma reunião de mais de 80 coletivos femininos, de todo o Brasil, dos mais diferentes temas e causas. #VaiLá

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