Temer afirma que vai apoiar transição no próximo governo

Foto: Reprodução

Em entrevista ao programa de José Luiz Datena, o presidente afirmou que prestará apoio neste momento difícil

O presidente Michel Temer afirmou neste domingo (2) que prestará toda a assistência necessária ao candidato que será eleito pelos brasileiros. Segundo ele, o período de transição será “inevitável” ao próximo presidente, seja ele quem for.

Durante a entrevista ao programa Agora é Domingo, apresentado por José Luiz Datena na Rede Bandeirantes, Temer contou que o apoio será dado, independente de qualquer coisa.

“Não tenha dúvida, vou colocar todo o aparelho governamental para fazer transição, seja eleito quem for. Porque esta é a obrigação que a Constituição nos determina”, afirmou.

Além disso, o presidente alegou que o apoio será dado porque vê, ainda, a necessidade de uma reforma na Previdência. “Não há governo que chegue ao poder agora que não tenha que fazer a reforma. O assunto saiu da pauta legislativa, mas não saiu da pauta política.”, complementou.

Sobre denúncias feitas a seu respeito feitas por Joesley e Wesley Batista, o presidente reforça que elas são “pífias”. “Os que me foram grampear foram presos. Foi uma trama bem urdida que acabou dando nisso: impediu a reforma da Previdência e a simplificação tributária, que eram os dois temas que completariam [a lista de reformas que o governo se propôs a fazer]”, explicou.

Venezuelanos

Durante a entrevista, Temer foi questionado sobre a possível distribuição de senhas para a entrada de venezuelanos no país. O presidente foi enfático ao dizer que a limitação ocorreria para os estrangeiros que atravessam a fronteira apenas para comprar alimentos e remédios.

“Quando nos reunimos com os ministros, concluímos que era preciso disciplinar um pouco a entrada: 60% praticamente voltam, o restante fica aqui. O recebimento da senha [seria porque] você não pode ter 800 entrando de uma vez, 1.000 entrando de uma vez. Então, vamos disciplinar. Entram 200, 300 cada vez. Essa é uma questão administrativa, foi questão minha. Jamais fecharemos a fronteira brasileira por causa de aspectos humanitários”, finalizou.

*Com informações da Agência Brasil

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