Olha a economia criativa fazendo a diferença

Na contramão da crise nacional, a economia criativa ganha cada vez mais adeptos e promete ser o grande diferencial nos negócios em 2016. Diferentemente de uma atividade tradicional, que tem como premissa normalmente o uso de matérias-primas não renováveis, ela trabalha com recursos que não se esgotam; ao contrário, se multiplicam e se renovam, e não são concorrentes entre si.

Afinal, o que é isso? É mais um modismo ou é mesmo uma alternativa para todos, principalmente, para nós, mulheres, mais abertas ao novo e às tentativas? Baseada no conhecimento, na criatividade e na cultura, a economia criativa produz bens tangíveis e intangíveis, intelectuais e artísticos, com conteúdo criativo e valor econômico. E, como sabemos, a criatividade é um recurso elástico e ilimitado, porque depende do talento e da capacidade intelectual de cada um. E do propósito de fazer diferente.

Na prática, alguns campos que mais se beneficiam dessa modalidade são: arquitetura, cinema e fotografia, cultura popular, moda, design, turismo, artesanato, propaganda, artes cênicas, pesquisa e desenvolvimento, software, audiovisual, videogames, jogos eletrônicos, música e editorial. Quem se dedicar a essas atividades talvez seja mais bem-sucedido no mercado atual do que os que estão ligados à administração ou à ciência. Então, que tal aderir e embarcar num novo mundo de experiências e conhecimento? O Sebrae é uma boa fonte de pesquisa, meninas!

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