Felicidade faz bem à sua saúde

Foto: Reprodução

O estado feliz previne doenças, regula o sono, o apetite, entre outras coisas

Um artigo repercutido na revista Time mostra que a felicidade pode ter um efeito positivo na saúde das pessoas e esse efeito pode ser ainda mais forte do que o imaginado. O artigo reúne evidências de 150 estudos específicos e referências indicadas em textos científicos sobre bem-estar e saúde mental.

A psicóloga do Programa Viver Bem da Unimed Vitória, Rovena Esmidre, disse que o estado psíquico influência direta e indiretamente no biológico e nas relações com o mundo. “Nós somos seres biopsicosocioculturais e por conta disso há uma inter-relação entre todos esses âmbitos. A felicidade diz respeito a formas saudáveis de lidar com a vida e suas vicissitudes. A experiência da felicidade incide no corpo”, avaliou.

A psicóloga ainda afirmou que os estudos comprovam que a felicidade fortalece o sistema imunológico, previne o envelhecimento precoce, doenças emocionais e doenças psicossomáticas.

Ela explica que, quando estamos felizes, o corpo libera a endorfina e serotonina, hormônios do prazer que causam a sensação de bem-estar. “A serotonina atua diretamente no sistema nervoso central, fazendo a regulação do sono, do apetite e da temperatura corporal. Já a endorfina, trabalha como um analgésico corporal, reduzindo as chances de ter estresse e aliviando as tensões”, destacou.

A profissional do Programa Viver Bem disse ainda que a falta de prazer nas atividades diárias e nas relações são fatores muito influentes no desenvolvimento de quadros de ansiedade e depressão e são exemplos de como a felicidade pode influenciar na saúde. “A depressão e o estresse, que estão relacionadas a sentimentos contrários a felicidade, desencadeiam um processo inflamatório no corpo prejudicando a saúde”, contou.

Além de influenciar positivamente na saúde, há uma maior disposição e cuidado da pessoa voltado para seu próprio corpo e para a realidade em que vive.  “Quando estamos felizes muda nossa disposição, nossa postura e expressão facial, a forma como nos relacionamos com os nossos pares”, finalizou.

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