Falando em moda

Quero trazer um tema que tem povoado os debates principalmente nas redes sociais: afinal plus size é apologia à obesidade ou seria a democratização da beleza? A coluna já
trouxe essa discussão em edições anteriores, na época do boom das “digital influencers fitness”, que estão por todos os lados, com milhares de seguidores e com suas dietas e dicas para manter a forma e o corpinho sarado. Na outra ponta da balança, surgem, agora, as modelos plus size, claro, com a bandeira de que há espaço para todas e que o culto à magreza escraviza e exclui mulheres geneticamente menos favorecidas.

Eu, particularmente, considero perigoso qualquer tipo de extremismo e penso que a saúde deve ser prioridade. Mais do que isso, avalio que o bem-estar e a saúde da alma necessitam estar acima desse culto à estética e a modelos pré-estabelecidos. Segundo a psicóloga Luciana Kokata, especialista em psicologia da obesidade e transtornos alimentares, “essas situações são frequentes para qualquer pessoa, com peso baixo, normal ou plus size, pois não é um corpo em si que define alguém, mas a maneira com que cada um se enxerga e se aceita ou não. Falo isso até para deixar claro que magros também têm dificuldades de se aceitar. A autoestima é um processo a ser construído desde quando somos crianças. Nossa relação com a imagem corporal, com as situações as quais somos expostas e com a própria família tem grande influência”. Então, #ficaadica.

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