Estimativa da inflação elevada em 4,40%, segundo Banco Central

Foto: Reprodução

O valor é calculado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Banco Central

Subiu, pela quarta vez consecutiva, a estimativa da inflação, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (08) pelo Banco Central, aponta que deve ficar em 4,40%.

Na semana passada, a projeção estava em 4,30%. Para 2019, a projeção da inflação permaneceu em 4,20%. Em 2020, a estimativa segue em 4% e, para 2021, passou de 3,97% para 3,95%.

A projeção do mercado financeiro neste ano chegou próximo da meta que é de 4,5%. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Taxa 

Visando a alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros (Selic), que deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018.

O Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic a fim de conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A redução da Selic estimula o crédito para que fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

Desenvolvimento econômico

As instituições financeiras também estimaram o índice do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Somando todos os bens e serviços produzidos no país, passa de 1,35% para 1,34%, este ano e mantiveram a estimativa em 2,5% nos próximos três anos.

Entretanto, na sexta-feira (05), o Banco Mundial divulgou um relatório em que mostra um corte pela metade da previsão de crescimento da economia brasileira em 2018.

A estimativa para a cotação do dólar foi mantida em R$ 3,89 no fim deste ano, e em R$ 3,83 ao término de 2019.

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