Diplomação de Bolsonaro será hoje

Foto: Reprodução

Para a solenidade, que será realizada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília foram distribuídos 700 convites

A cerimônia de diplomação do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e de seu vice Hamilton Mourão, acontece hoje (10), às 16 horas, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.

Os diplomas são assinados pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber, que abre a sessão solene e indica dois ministros para conduzirem os eleitos ao plenário.

AGENDA

A agenda do presidente eleito para esta semana é intensa e inclui reuniões com as bancadas do PSD, DEM, PSL, PP e PSB. Também há conversas com os governadores eleitos de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva (PSL), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB).

As reuniões ocorrem no momento em que Bolsonaro já definiu toda a sua equipe ministerial. Os 22 ministros foram escolhidos. O último nome foi anunciado ontem (9), nas redes sociais, pelo próprio presidente eleito, o advogado e administrador Ricardo de Aquino Salles para o Ministério do Meio Ambiente.

Ainda em Brasília, Bolsonaro vai se reunir amanhã (11) com representantes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. Na quarta-feira (12), ele almoça com a sua turma de formandos da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), no Clube do Exército.

Meio Ambiente

Na tarde desse domingo (09), o presidente eleito anunciou por meio do Twitter que o advogado Ricardo Aquino Salles será o futuro ministro do Meio Ambiente. Com esse anúncio, o primeiro escalão da Esplanada está fechado com 22 ministérios.

Ricardo de Aquino Salles será o novo ministro do Meio Ambiente. – Foto: Reprodução

Salles concorreu ao cargo de deputado federal por São Paulo neste ano, mas não teve sucesso. Além disso, ele foi secretário estadual do Meio Ambiente no governo de Geraldo Alckmin, de quem também foi secretário particular.

O futuro ministro é réu numa ação de improbidade administrativa movida por quatro promotores do Ministério Público de São Paulo. A ação foi recebida no dia 21 de novembro do ano passado, e os autos estão conclusos para a decisão do juiz Fausto Seabra, da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo.

Segundo a ação, movida por quatro promotores, Salles e outras duas pessoas teriam fraudado o processo do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental da Várzea do Rio Tietê, no ano de 2016, com o intuito de “beneficiar setores econômicos, notadamente a mineração, e algumas empresas ligadas à Fiesp [Federação das Indústrias de São Paulo]”, e que “também foram modificados mapas elaborados pela Universidade de São Paulo a pedido da Fundação Florestal e a própria minuta de decreto do Plano de Manejo da mesma APA”.

*Da redação com informações da Agência Brasil e G1

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