Cafeicultores de Afonso Cláudio se destacam em premiação

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Produtores de Afonso Cláudio conquistaram os três primeiros lugares na categoria Conilon. Já na Arábica, o destaque ficou por conta dos municípios de Vargem Alta, Marechal Floriano e Santa Maria de Jetibá (Foto: Divulgação)

Destaque de Afonso Cláudio pôde ser visto no Prêmio Pio Corteletti de Arábica e Conilon Especial, realizado na última sexta-feira (15)

O agronegócio de Afonso Cláudio está com motivos de sobra para comemorar, devido ao seu destaque no 7º Prêmio Pio Corteletti de Arábica e Conilon Especial. O evento, promovido pela Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), premiou três cafeicultores da região que conquistaram os primeiros lugares do pódio na categoria Conilon. A premiação foi realizada na última sexta-feira (15), no ginásio de esportes de Rio Possmoser, em Santa Maria de Jetibá.

Os produtores Artur Ludke e Altamiro Ludke – pai e filho – ocuparam o primeiro e o segundo lugar, enquanto que o bronze ficou com o cafeicultor Edilson Brandt. Pai e filho cooperados conseguem uma façanha na localidade de Três Pontões, na zona rural de Afonso Cláudio. Típico de regiões mais planas, o conilon dos Ludke é cultivado entre 700 e 800 m de altitude. “Trabalhamos juntos e o nosso segredo é colher o café bem maduro”, revelou Altamiro, que representou o pai na ocasião.

Na categoria Arábica, o grande vencedor foi o produtor Anilton Mineguite, de Vargem Alta; seguido por Edmar Busato, de Marechal Floriano; e Danilo Dones, de Santa Maria de Jetibá. “Meu café tem qualidade graças ao clima, ao trabalho e à mão de Deus. Não deixo de participar do prêmio e sempre aprendo cada vez mais sobre como produzir cafés especiais”, declarou Anilton Miniguite.

NOVAS OPORTUNIDADES

O Prêmio Pio Corteletti busca incentivar e premiar os melhores cafés produzidos no Estado, para que os produtores possam conquistar novos mercados. De acordo com o vice-presidente da Coopeavi, Denilson Potratz, com a incorporação da Pronova, em 2015, a cooperativa deu um novo passo no fomento e comércio de cafés finos. “Devagarzinho estamos conquistando mercados, e ver o nome dos produtores lá fora nos deixa muito felizes”.

E para incentivar ainda mais a produção no Espírito Santo, a expectativa é que novos projetos sejam colocados em prática no próximo ano. Segundo o gerente do Negócio Café da Coopeavi, Giliarde Cardoso, é extremamente importante ficar atento à necessidade de se produzir cafés especiais com sustentabilidade. “Não basta os consumidores adquirirem um café bom agora, se acostumarem e daqui a dez anos não ter mais o produto no mercado. Os filhos, netos e bisnetos dos produtores de hoje devem dar continuidade aos negócios”, disse.

 

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