Brasil será sede da Cúpula do Brics em novembro

Foto: Reprodução

Reunião ministerial é a primeira da agenda do país ao assumir a presidência do grupo. Entre as prioridades estão a cooperação em ciência e economia digital

Brasília vai receber pela segunda vez a 11ª reunião da Cúpula do Brics, grupo de desenvolvimento econômico que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O encontro da cúpula dos países está confirmado para 13 e 14 de novembro deste ano.

A conferência antecede a criação de um escritório regional em São Paulo do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como “Banco do Brics”. A intenção do bloco é iniciar os trabalhos até dezembro para financiar projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável.

A primeira reunião de coordenação para marcar o início das atividades formais da presidência pro tempore brasileira do Brics ocorre em Curitiba, nesta quinta-feira (13) até sábado (15).

“No encontro, em nível de “sherpas” (vice-ministros encarregados de Brics nas respectivas chancelarias), se discutirão as prioridades para o ano e se passará em revista o andamento das iniciativas de cooperação em curso”, de acordo com a assessoria do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Será a terceira vez que o Brasil recebe o encontro dos líderes do grupo. As anteriores ocorreram em Brasília (2010) e em Fortaleza (2014).  É de responsabilidade da presidência rotativa propor prioridades para o grupo e coordenar as cerca de 100 reuniões anuais, inclusive em nível ministerial, dos diversos foros e grupos de trabalho que debatem e propõem iniciativas conjuntas em ampla gama de temas econômico-comerciais, financeiros, científico-tecnológicos, culturais, de saúde, de segurança, sociais e de gestão.

SOBRE A BRICS
O termo Brics é um anagrama usado para designar as economias emergentes de crescimento acelerado criado em 2001 pelo então economista-chefe do Goldman Sachs, Jim O´Neil, composto por Brasil, Rússia, Índia e China.
O grupo acabou acabou virando um bloco de diálogos que, em 2010, teve a adesão oficial da África do Sul. Hoje, Brasil é uma das economias que menos cresce entre os Brics e a Índia lidera o crescimento.
*Da redação com informações da Agência Brasil
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