Mistério do avião que desapareceu

Foto: Reprodução

Este mês, completa 40 anos desde que o Boeing 707-323C da Varig sumiu sem deixar pistas

Na noite do dia 30 de janeiro de 1979, o avião cargueiro Boeing 707-323C da brasileira Varig partiu do aeroporto de Narita, em Tóquio, no Japão, em direção a Los Angeles, nos Estados Unidos.

Fez contato com a base, na capital japonesa, 33 minutos após a decolagem, quando sobrevoava o Oceano Pacífico a 500 km do litoral, mas não realizou a comunicação prevista para meia hora depois.

As forças aéreas japonesas e norte-americanas realizaram meses de busca, mas a aeronave nunca mais foi encontrada. Na época, o avião transportava, além de seus passageiros, 153 quadros do pintor Manabu Mabe, que estavam expostos no Japão e valiam cerca de 1,24 milhão de dólares.

Fazia parte da tripulação os pilotos Gilberto Araújo da Silva e Erni Peixoto, os oficiais Evans Braga e Antonio Brasileiro da Silva Neto e os engenheiros Nicola Esposito e José Severino Gusmão Araújo. A aeronave seguiria para o Rio de Janeiro, onde outra tripulação a assumiria.

Teorias

Muitas teorias surgiram ao longo do tempo. Uma delas é de que o voo 967 teria sido vítima de um sequestro organizado por colecionadores de obras de arte. Cada tela tinha o seguro avaliado em R$10 mil. No entanto, até hoje nenhuma delas foram colocadas à venda no mercado ilegal.

Algumas pessoas acreditavam, ainda, que o avião teria sido abatido por soviéticos que pensavam que o Boeing 707-323C estaria transportando um caça russo desmontado para os EUA. Desta forma, teria sido feito um pouso forçado em uma costa do país europeu e toda a população foi assassinada.

Mas a teoria mais plausível é de que a aeronave havia afundado 45 minutos após a decolagem devido a um problema de despressurização. Ela aponta que após ter alcançado, o ar escapou por conta de um vazamento na fuselagem e a atmosfera artificial foi prejudicada, causando o sufocamento da tripulação.

Por isso, a aeronave teria voado por horas no piloto automático até que ficou sem combustível e caiu no oceano, se tornando um dos maiores mistérios da aviação brasileira.

*Da redação, com informações da Folha de São Paulo

 

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